Sejam Bem Vindos ! ! !

Podem se aproximar, adentrar e conversar. Bem aventurado seja, meu bom amigo. Sente-se conosco, pegue uma caneca e ouça as tantas outras que aqui temos. Esse é o nosso local e agora será dividido com vc. Sinta-se em casa, aqui nada temerás, apenas fique alerta aos olhares alheios, nunca sabemos quando uma boa aventura está surgindo e nada melhor do que envolver-se nela e participar para ganhar grandes recompensas. Brindemos a nossa vitória e a amizade!

Entrem e sintam-se em casa.


Siga-nos nas redes sociais:

Orkut: www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13006714149878626696

curta a nossa página no Facebook:

http://www.facebook.com/bloganjosdanoite?ref=hl

E-mail / msn: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Twitter: @Noitedoanjo

30 de maio de 2009

Aya

Aya, ou A-a, é uma deusa acadiana, mulher de Shamash, o deus do sol. Ela é um desenvolvimento da deusa sumeriana Sherida, mulher de Utu.



E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Apkallu

Termo que pode ser traduzido como "conselheiro" ou "sábio".

Na
mitologia acádia, os sete (às vezes considerados oito) sábios que serviam aos reis como clérigos. Um outro epíteto para Apkallu é Annedoti. Oannes (Adapa), bem como os outros sábios, portanto, eram chamados de Annedoti ou Apkallu.
Dentre os presentes nesse conselho de sábios, alguns eram poetas, ocupados da confecção das
épicas de Erra e de Gilgamesh; outros, sacerdotes do deus Ea.
Os Apkallu eram pescadores, insurgindo das águas para dadivar os homens com a civilização.



E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Adargatis

Adargatis é uma Divindade feminina da Síria, esposa do deus Adad. Personifica a Terra.



E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Adad

Adad era o deus dos ventos, entre os acádios, sendo representado na iconografia segurando raios na mão.
Seria cultuado na
Assíria com este mesmo nome (de que é prova o nome dos reis Shamsi-Adad, invocação simultânea de Shamash e de Adad), mas em Babilónia seria conhecido como Bel (mantendo, no entanto, as mesmas atribuições de Adad).





E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

29 de maio de 2009

Paganismo

Paganismo é um termo referente às diversas formas de religiosidade não judaico-cristãs. O Paganismo abarca uma larga variedade de movimentos religiosos, particularmente aqueles influenciados pelas cultos europeus pré-cristãos. O termo pagão não deve ser associado à práticas satanistas, sendo que a divisão da natureza divina entre Bem e Mal, Deus e Demônios é crença judaico-cristã. O atual Paganismo, denominado neopaganismo inclui ainda visões mais secularistas e sociedades sob o paradigma do ateísmo ou do agnosticismo. Os movimentos pagãos e neopagãos podem conter crenças que divergem largamente entre si como o politeísmo, o animismo, o panteísmo e outros paradigmas.




E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Paganismo versus Cristianismo

A partir do século IV, o Cristianismo se tornou religião oficial em Roma. A primeira proibição efectiva dos cultos pagãos foi decretada no Império Romano em 392. Por essa altura, deu-se a última séria tentativa da aristocracia apresentar um pretendente pagão à chefia do Império.
Em 435 as medidas contra o paganismo foram reforçadas com a pena de morte para quem continuasse a fazer rituais pagãos, que envolviam sacrificios humanos e de animais.. As dificuldades da Igreja ainda cresceram com as invasões bárbaras do século V. A maioria dos invasores eram pagãos, mas verificou-se um ponto de viragem à volta do ano 500, quando os Francos se converteram do paganismo ao cristianismo. Com a conversão dos Lombardos arianos e dos pagãos anglo-saxónicos à volta do ano 680, o cristianismo passou a dominar quase por completo o espaço cultural da Europa ocidental.
Entre os habitantes do campo e nos estratos mais baixos da sociedade, porém, o paganismo continuou de forma mais ou menos mitigada. Os pagãos não se tornaram cristãos do dia para a noite. Os sacerdotes cristãos passaram a cristianizar muitas festas pagãs, dando-lhes um novo sentido. A maioria dos templos Pagãos foram sendo derrubados e no seu lugar erigidas igrejas da nova fé. O que a Igreja não conseguía destruir das antigas práticas religiosas, adaptava, transformando-as em práticas cristãs. No
Natal, por exemplo, mantiveram-se ao lado do culto associado ao nascimento de Jesus, as fogueiras e as festas dos caretos (no nordeste transmontano de Portugal), etc.. Nessa época os Romanos festejavam Saturno e o nascimento do deus Mitra - cultuado entre os soldados romanos. Os camponeses começaram a aceitar a religião que falava de Jesus, um homem que havia sido pregado na cruz pelos romanos. Ele lembrava o deus Odin que havia se pendurado em uma árvore para adquirir a sabedoria das Runas. Com o tempo passaram a associar Maria, mãe de Jesus, à Mãe Terra.
Durante um longo período, houve uma fé dupla: acreditavam em Jesus, mas não abandonavam inteiramente as suas crenças e práticas pagãs. Isso foi mais claro nas regiões germânicas onde a influência do cristianismo faz-se sentir nas inscrições em que se nota uma clara mistura das duas crenças quando lemos em uma mesma pedra a invocação de protecção ao deus
Thor e, ao mesmo tempo, ao Cristo.
Algumas orações cristãs de gosto popular, apresentam paralelismos em recitações de encantamentos pagãos. Algumas invocavam
Jesus e diversos deuses Celtas a um só tempo. Não vamos pensar que tal dominação ocorreu de forma pacífica ou rápida. Na verdade, a Igreja Católica nunca conseguiu extinguir, de fato, as crenças classificadas pagãs.
No final do século XIV, a perseguição aos "hereges" assumiu também a forma de perseguição a cultos e práticas pagãs. Durante quase 400 anos, muitas pessoas morreram acusadas de prática de bruxaria. Muitos dos acusados eram denunciados por médicos, tentando implantar a medicina científica contra os curandeiros e "bruxos" adeptos das medicinas naturais.
Desde finais do século VII e até 1789 - ano da
Revolução Francesa - o paganismo esteve praticamente ausente nas altas esferas intelectuais e políticas do mundo ocidental.




E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Etimologia (Paganismo)

O primeiro registro histórico da palavra data do IV século a. C. e deve-se ao judeus que distinguiam entre judeus e não-judeus, ou os que não cultuavam Yahweh, vivam sem a Torá e conduziam uma vida desregrada. O termo teve origem na necessidade de os judeus construirem uma identidade e uma nação que excluisse todos os que não respeitavam a Lei [1]. Patriarcado é uma palavra herdada da cultura judaica e derivada do grego pater, e se refere a um território ou jurisdição governado por um patriarca; de onde a palavra pátria. Pátria relaciona-se ao conceito de país, do italiano paese, por sua vez originário do latim pagus, aldeia, donde também vem pagão. País, pátria, patriarcado e pagão tem a mesma raiz [2].
Nos estudos académicos acerca do Paganismo, têm sido discriminados alguns conceitos de referência:
Paleopaganismo
Incluem-se neste conceito as
religiões do antigo Egipto, do mundo greco-romano da Antiguidade Clássica, a antiga religião dos celtas (Druidismo), a religião Norse ou mitologia nórdica, Mitraísmo, bem como as religiões das populações Nativo-americanos, como a religião Asteca, etc.




E-maiL: apocalipsedosanjos@hotmail.com