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25 de agosto de 2013

Nunca entre em Scotter Woods no Halloween - Lendas Urbanas - Halloween

Em uma pequena cidade na Inglaterra, há um espaço chamado Scunthorpe e, nesta cidade, é uma madeira chamada Scotter Wood. Esta madeira tem sido a causa dos boatos para muitos desaparecimentos, mas o Halloween é o mais mortífero na hora de ir explorar ou dar uma olhada ao redor. 

Vamos a história que interessa: há no Halloween, um agricultor que estava alimentando os seus cavalos, cada um chamado para um dia da semana: segunda, terça, quarta, quinta e sexta-feira. Após a refeição, o fazendeiro pegou seu cavalo favorito, segunda-feira, para um passeio no bosque. Eles mal tinham começado, quando um barulho assustou o cavalo e esse jogou o agricultor no chão e correu para as árvores, sumindo.

O fazendeiro correu para o celeiro para ver se segunda-feira tinha voltado, mas não havia sinal dele. Aprontou terça-feira para começar a procurar por seu cavalo perdido e começou a seguir na mesma direção que ele tinha visto a sua corrida.

Após uma busca exaustiva, ele finalmente perdeu a esperança de trazer para casa segunda-feira. Ele e terça-feira fez o caminho de casa através da floresta, mas, novamente, eles ouviram um barulho, como o que tinha assustado segunda-feira. O cavalo ficou furioso e, ao invés de jogar o agricultor à terra, começaram a galopar em alta velocidade através das árvores densas. Na sua confusão, o agricultor nunca sequer viu o galho baixo de suspensão que cortou sua cabeça de seus ombros e mandou rolando pelo chão da floresta.

Desde aquele dia, o agricultor volta no dia das Bruxas para assombrar a madeira a olhar para sua cabeça. O cavaleiro sem cabeça mostra-se em cerca de dez horas na noite de Halloween para andarilhos infeliz e curioso que falam o nome dele três vezes.  Cavaleiro sem cabeça ... .. cavaleiro sem cabeça .... cavaleiro sem cabeça ...


Se você vê-lo, seu destino está selado, e ele terá sua cabeça como se fosse sua. Se você ouvir o casco de cavalos batidas, tome a sua licença, você ainda tem tempo. Corra por sua vida se você quiser manter sua cabeça! 



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24 de agosto de 2013

Álbum dos Mortos - Uma recordação Macabra


Desde que o Francês Louis Daguerre em 1837 criou o processo fotográfico, começaram a aparecer as primeiras fotografias POST MORTEM. Hoje é difícil se pensar em tal coisa, pois geralmente temos fotos dos nossos entes queridos. Mas naquela época fotografia era algo muito caro e para poucos, então ter uma recordação da pessoa morta era algo quase que necessário.

Os álbuns dos mortos eram uma espécie de negação da morte. Uma forma de manter o parente vivo nas lembranças de todos.
Essa atividade tornou-se tão comum durante o século XIX que quase todos os membros da sociedade podiam pagar por uma foto. 
Tal fenômeno se difundiu tanto na Europa e na América do Norte que muitos fotógrafos passaram a se especializar nesse tipo de fotografia.
No princípio, os corpos eram retratados como se estivessem dormindo, o que dava aos mesmos uma imagem de naturalidade e "descanso eterno". Porém, também se tornou comum retratar os mortos simulando alguma atividade cotidiana que permitia que a imagem desse a impressão de que ainda estavam vivos. 

Dada a circunstância de fotografar a pessoa ainda fresca, eram criados verdadeiros cenários elaborados com composições, muitas vezes, complexas de estúdio para fazer os álbuns dos mortos.  Em outros casos, depois de instalado o rigor mortis, era necessário inventar situações complicadas para a foto ficar natural. Isso envolvia colocar calços sob cadeiras e inclinar a mÁquina para que a cena se ajustasse a posição fixa do cadáver. Tornou-se comum também a presença de pessoas vivas nas fotos. Pais segurando seus bebês falecidos no colo como se estivessem apenas embalando seus pequenos enquanto estes dormiam tranqüilamente.

Fotografias de grupos, todos mortos, ou com parentes vivos em volta do falecido, cuja aparência não indicava de forma alguma sua real condição. As fotografias post mortem de figuras religiosas geralmente os mostravam sentados com um crucifixo nas mãos ou outro objeto similar.


Como as fotografias post mortem foram ficando cada vez mais populares e comuns, não havia muita variedade nas posições dos cadáveres. Nos anos 30 do século XX, as fotografias eram tiradas momentos antes do enterro, durante o velório ou antes do cadáver ser depositado no caixão.
Ao passar dos anos, já não havia a necessidade de fotografar os mortos em simulações de vida. Adornos, como flores por exemplo, eram incluídas nas fotos, dando plena consciência da real condição da pessoa.

Com a invenção de máquinas fotográficas mais modernas, a prática de fotografar pessoas vivas em situações cotidianas e normais se tornou mais popular e mais agradável aos nossos olhos.
  
Atualmente em nossa sociedade moderna, as fotografias post mortem são consideradas, por muitas pessoas, como bizarras e assustadoras. (A falta de vida, de reação, nos causa desconforto e assombro. Mas, ainda hoje, em alguns lugares, se fotografam os mortos. Talvez remexendo fotos antigas naquela caixa velha ou no baú guardado no porão, você possa encontrar alguma recordação de um parente "adormecido".


Eu já vi várias fotos dessa em álbuns de minha família, mas não achei nenhum na minha casa para demonstrar, porém encontrei vários na NET, é só conferir.


ENCARE A MORTE COM NATURALIDADE, UM DIA ELA TE PEGA, AFINAL ELA ESTÁ VIVA... 








FONTE DAS FOTOS:


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Cruz do Patrão - Recanto de espíritos malignos


Sem dúvida, o lugar mais assombrado do Recife chama-se Cruz do Patrão. Fica onde antes existia um istmo que ligava o Recife a Olinda, às margens do Rio Beberibe. É uma coluna de alvenaria, erigida não se sabe precisamente quando, entre as fortalezas do Brum e do Buraco. Servia de baliza para os barcos que chegavam para atracar. E tornou-se ponto de encontro com almas penadas...

Pode ter sido construída a mando do patrão-mor do porto, cargo que já existia em 1654. Sabe-se que, além de marco de navegação, a Cruz tinha outras funções. Lá eram enterrados os negros pagãos mortos durante as viagens nos navios vindos da África. A areia da maré facilitava esses sepultamentos improvisados. Ficou célebre relato da inglesa Maria Graham, que viu pedaços de corpos em volta do marco .


Certamente os espíritos dos escravos arrancados de sua terra natal para perecer na jornada rumo ao cativeiro ainda vagueiam pela noite, presos pelos grilhões da injustiça. Até o século XIX, no local também eram fuzilados os militares condenados à pena capital, como o soldado João Luís dos Santos, do 1º Batalhão de Fuzileiros. Ele sucumbiu diante da saraivada de balas desferida pelos seus companheiros de farda em quatro de maio de 1850, na presença de "numerosa porção de povo", como registrou na época o Diário de Pernambuco.

Segundo o escritor Franklin Távora, autor de "O Cabeleira", acreditava-se que todo aquele que passasse pelas imediações da Cruz do Patrão à noite veria almas penadas ou seria perseguido por terríveis espíritos. Muitos dos que o fizeram desapareceram sem deixar traços. No livro "O Esqueleto", o romancista Carneiro Vilela transformou aquele sítio lúgubre em cenário para o encontro do personagem Felipe com sua noiva Lívia. O detalhe é que a reunião romântica se deu depois da morte da moça.

E no local ocorreram fatos trágicos que superam a perversidade concebida pela ficção. Conta-se de um estudante foi encontrado assassinado junto à Cruz. Culpou-se um soldado, que foi preso e mandado para Fernando de Noronha. Tempos depois descobriu-se que o culpado seria outro indivíduo, que cometera o crime animado por um "espírito infernal". Mas a revelação chegou tarde: soldado acabou morrendo na prisão da ilha.

Por essas e outras, muita gente preferia o caminho mais longo entre Olinda e Recife, evitando passar pelo istmo guardado pela a Cruz do Patrão. Isso tornava o lugar um ponto ideal para reuniões de feiticeiros praticantes das artes mágicas vindas do continente africano. Os encontros aconteciam principalmente nas noites de São João. Conforme relatos da época, um desses festejos teve como ápice o aparecimento do próprio Exu , figura com olhos de fogo e preto feito carvão. O espírito dirigiu suas atenções a uma moça que participava do culto e a perseguiu até o rio Beberibe, onde ela se atirou.

De acordo com Franklin Távora, o relator desse bizarro episódio, "enganado pela vista dos mangues, o demônio atirou-se após a fugitiva, julgando entrar em uma floresta. Assim porém que o corpo ígneo se pôs em contato com as águas frias houve uma súbita explosão destruiu o furioso animal. O estampido ribombou como descarga elétrica. Nuvem de fumo espesso, que tresandou a enxofre, cobriu a face do Beberibe. No outro dia, na baixa-mar , apareceu no lugar onde a negra tinha afundado, não o seu corpo, mas a coroa preta que indicou aí por diante aos feiticeiros a vingança do espírito das trevas".

No século XX, a Cruz ainda fez outras vítimas.Veja, por exemplo esta nota publicada pelo jornal A Província em 15 de setembro de 1929, sob o título "Na Cruz do Patrão, um marítimo morreu afogado"

"Na Aldeia do Brum, bairro do Recife, residia Cyriaco de Almeida Catanho, remador da praticagem da barra. Pela manhã de ontem, cerca de seis horas, aquele marítimo deixou a sua residência indo banhar-se na Cruz do Patrão, local onde várias pessoas têm morrido afogadas (grifo nosso). Em certa altura do banho, alguns companheiros de Cyriaco Catanho que se encontravam nas proximidades da Cruz do Patrão observaram ele pedir socorro. É que a sua vida perigava. Trataram de dar os socorros solicitados. Infelizmente, porém, estes não deram o resultado esperado. Cyriaco Catanho havia se submergido. Comunicado o fato à Polícia Marítima, foram iniciadas as pesquisas para o fim de ser encontrado o cadáver. A polícia do Primeiro Distrito também tomou conhecimento da ocorrência. O morto era casado e deixou um filho de dois meses de idade."

A Cruz do Patrão resistiu ao tempo, às investidas da maresia, à falta de cuidado que o homem tem com suas antigas construções . E, no novo milênio cristão, ela permanece, impávida, adornado com a sua beleza austera a área do Porto do Recife. Pode ser vista por quem passa na Ponte do Limoeiro, embora poucos saibam o que ela representa. O esquecimento a que está submetida seria obra dos espíritos malignos e alma penadas que habitam o lugar? Ou seria conseqüência do nosso descaso com os monumentos que preservam muito da história da cidade?


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23 de agosto de 2013

A Imortalidade existe?

É possível existir entre nós a imortalidade? Digo a imortalidade, aqui, na terra e não no plano espiritual como acreditam algumas religiões. Vi o assunto fragmentado na internet e decidi pesquisar e resumir sobre o tema e confirmei que é possível sim que a imortalidade exista na terra, ou melhor, no mar.


Vamos conhecer algumas definições de imortalidade:


Na Mitologia - Fazendo referência a mitos temos muitas figuras conhecidas da literatura que são detentores da imortalidade ( o chamado ser Imortal): seres relacionados aos elementos da natureza (fadas, gnomos, sereias e etc), vampiros, deuses e em alguns casos até semi-deuses.


No Antigo testamento - No ponto de vista do antigo testamento, a imortalidade é algo que só pertenceria a Deus: "aquele que possui, ele só, a imortalidade, e habita em luz inacessível; a quem nenhum dos homens tem visto nem pode ver; ao qual seja honra e poder sempiterno. Amém." (II Tm 6:16)
Nós humanos temos algumas fórmulas que tentamos alcançar tão grandiosidade... Academia, aplicação de Botox, cirurgias plásticas, lipoaspiração, medicina estética, terapia antienvelhecimento, massagem anti-rugas... A lista é enorme. Esse é um desejo antigo da humanidade. A ciência tenta controlar o nosso envelhecimento, mas não adianta, é a coisa mais certa na vida. Nosso corpo MORRE!
Então, temos a certeza da nosso morte, fato consumado. Mas, como falei logo à cima, essa possibilidade existe no mar. Agora, quem poderia pensar que um serzinho das profundas do mar pudesse ter esse enorme poder?

Vamos conhecer a tal "capacidade de imortalidade" e o seu ciclo de vida.


O tal ser com essa capacidade é uma Medusa chamada Turritopsis Nutricula. Ela é um hidrozoário com um ciclo de vida na qual reverte-se ao estágio de pólipo após chegar-se a maturidade sexual. É o único caso conhecido de um animal metazoário capaz de reverter completamente a um estágio de imaturidade sexual, o estágio de colônia após ter alcançado a maturidade sexual é um estágio solitário. Ele realiza isto através de um processo celular de transdiferenciação. Teoricamente, este ciclo pode-se repetir indefinidamente, configurando-se em efetiva imortalidade.

Incrível, não é mesmo? Eu fiquei impressionado com a capacidade dessa criatura.

Quantas pessoas não fariam qualquer coisa por essa imortalidade? Um ser incrível e que faz o Homem repensar na questão da imortalidade que o ronda desde sua primeira existência, aqui, na terra.

Por esse desejo tão intenso, as nossas religiões abrangem isso como uma verdade. Depois da morte do nosso corpo material, teríamos uma nova vida em forma de espírito.
Isso resolve nossos desejos de sermos imortais?

Talvez não, mas o íntimo fica mais tranquilo e com esperanças para uma vida eterna, pelo menos para quem acredita. Porém nossos cientistas vão buscar essa imortalidade de todas as maneiras com seus elixires de rejuvenescimentos.


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22 de agosto de 2013

Déjà vu, o misterioso fato de viver algo mais de uma vez



Déjà vu a maioria das pessoas já passaram por isso em um ponto ou outro: déjà vu, a sensação assombrosa que você tenha experimentado algo antes.
Francês para “já visto”, déjà vu está sob investigação há anos por cientistas, que ainda tentam oferecer uma explicação completa para o fenômeno, mas é declaradamente experimentado por mais de 70 por cento das pessoas em algum momento.
Pesquisas recentes, no entanto, renderam algumas pistas sobre o que fazem o déjà vu. Parece ocorrer igualmente entre homens e mulheres e entre as raças, de acordo com um estudo de 2003 do Jornal de doença nervosa e mental , mas déjà vu ocorre mais frequentemente em pessoas com idades entre 15 a 25.
Esse fato levou alguns especialistas a acreditar déjà vu pode estar ligada a neurotransmissores como a dopamina, que são encontrados em níveis mais elevados em adolescentes e jovens adultos – uma hipótese que ganhou força depois que o caso peculiar de um homem de 39 anos de idade, saudável veio a luz.
O homem – um médico de profissão – estava lutando contra a gripe tomando amantadina e fenilpropanolamina, dois medicamentos conhecidos por aumentar a atividade da dopamina no cérebro. Dentro de 24 horas após o início das drogas, ele relatou intensos, episódios recorrentes de déjà vu.
Este estudo de caso, publicado em 2001 no Journal  Journal of Clinical Neuroscience  , relatou que uma vez que o médico parou de tomar os medicamentos, seu déjà vu também desapareceu.


Déjà vu e epilepsia


Outra visão sobre as causas do déjà vu vem de estudos de epilepsia.Há uma ligação forte e consistente entre o déjà vu e as crises que ocorrem em pessoas com epilepsia do lobo temporal medial, um tipo de epilepsia que afeta o hipocampo do cérebro.
O hipocampo desempenha um papel essencial na administração de curto e longo prazo de memórias. Pessoas com epilepsia de lobo temporal medial “consistente experimentam um déjà vu no início de suas crises”, de acordo com um relatório de 2012 na revista médica Neuropsychologia .
Este fenômeno levou alguns especialistas a propor o déjà vu, como um ataque epiléptico, pode ser o resultado de uma falha de ignição neural, durante o qual os neurônios no cérebro transmitem sinais ao acaso e levar as pessoas saudáveis ??a experimentar uma falsa sensação de familiaridade lembrado.


A realidade virtual provoca déjà vu


Porque déjà vu é um evento tão fugaz – a maioria ocorrências durar mais do que uma questão de segundos – está provado frustrantemente difícil de estudar. Mas o psicólogo cognitivo Anne Cleary da Universidade Estadual do Colorado em Fort Collins encontrou uma maneira de induzir o déjà vu utilizando realidade virtual.
Cleary e seus colegas criaram 128 cenas de realidade virtual 3D de uma cidade que chamaram de “Deja-ville”, utilizando o game “The Sims 2″.As imagens foram emparelhados, com um pátio que tinha uma árvore em vaso no centro, por exemplo, combinado com uma galeria de museu semelhante com uma estátua no centro.
Quando os voluntários explorando Deja-ville entrou no segundo quarto, eles relataram sentimentos de déjà vu, mas eles não foram capazes de conectar esse sentimento com o momento em que passou a explorar o primeiro quarto. “As pessoas têm uma maior sensação de déjà vu quando a cena tem um layout semelhante, mas eles estão deixando de lembrar a fonte da familiaridade”, disse Cleary da revista Smithsonian.
Déjà vu pode estar relacionada com alguns outros fenômenos que são igualmente um desafio para os cientistas. Jamais vu, ou “nunca visto”, ocorre quando uma pessoa experimenta algo familiar – como a sua própria sala de estar -, mas sente que eles nunca estive lá antes.
E déjà entendu (“já ouvido”) ocorre quando alguém é certo que já ouviu falar alguma coisa antes, como um trecho de uma conversa ou uma frase musical, mas não me lembro a hora exata ou lugar.


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Niribu, o planeta solar do apocalipse


O IRAS (Infrared Astronomical Satellite – Satélite Astronômico de Infravermelho), lançado pela NASA em 1982, localizou um grande objeto nesta “faixa espectral”.

Em entrevista ao jornal Washington Post, Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS, disse: ”Um corpo celeste possivelmente tão grande como Júpiter e tão próximo da Terra que pode ser parte deste sistema solar foi encontrado na direção da constelação de Orion, por um telescópio em órbita. Tudo o que posso dizer é que nós não sabemos o que é isso”. Segundo informações, já é de conhecimento dos governos a existência destes planeta e “estão tomando providências para sobreviverem à  passagem do “planeta X” (Nibiru) que está vindo, para manter intacto seus poderes”.

Nibiru é um, dentre vários planetas que orbitam uma Estrela Escura (Dark Star) ou Anã Marrom (Brown Dwarf). A Estrela Escura tem cinco planetas menores, o sexto seria do tamanho da Terra e abriga vida (Homeworld) e o sétimo é o Niribu, que é praticamente inabitável. Acredita-se que o planeta Homeworld seja o lar dos Annunaki, “os gigantes ou Deuses de antigamente”.
Quando a Estrela Escura fica mais próxima do sol, entre 60 e 70 AU (Unidade Astronômica que representa uma igual distância entre a Terra e o Sol), a órbita de Nibiru, que fica a uma distância de 60 AU da Estrela Escura, tem uma órbita alongada, podendo atravessar nosso sistema solar, normalmente próximo a órbita de Júpiter, mas isso pode variar.

Quando o planeta Nibiru atravessa nosso sistema solar em sentido oposto, se comparado aos outros planetas, por vezes acaba deslocando alguns planetas e causando “perturbação generalizada”. Sua passagem é rápida e leva de semanas a alguns meses para desaparecer da vista. “Tem coloração vermelha, com uma cauda cheia de entulhos, e é circundado por várias luas”.

Este planeta, junto a suas luas, foram os grandes responsáveis pela destruição de Maldek, que agora é “o Cinturão de Asteróides (situado entre as órbitas de Júpiter e Marte).  Niribu também“causou cicatrizes e crateras na Lua e nos planetas de nosso Sistema Solar, assim como as inclinações axiais variáveis dos planetas em suas órbitas”, além de ter causado o “afundamento da Atlântida e o Dilúvio de Noé”.

Acredita-se que este planeta trará mega-terremotos e mega-tsunamis em escala global…supõe-se que os três primeiros dias do apocalipse sejam como um eclipse e, os dias posteriores terão chuvas ácidas, aumentando consideravelmente a temperatura da terra.
De acordo com esta teoria, quando este planeta estiver próximo a terra, haverá uma explosão de energia sônica, que destruirá a atmosfera, fazendo com que os “raios infravermelhos queimem todo planeta terra”.


Acredita-se que este apocalipse será trazido pelo planeta dos Anunnaki (divindades sumérias, acádias e babilônicas), ou seja, os deuses que criaram os homens e agora irão destruí-los.



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21 de agosto de 2013

O Espelho - Vaidade pode levar você para a morte

 
O espelho da vaidade
1932. Numa casa muito luxuosa, vivia uma família. David e Victoria, o casal, Michael (o médico da família) , o filho de 19 anos e Liz, filha de 14 anos.

Eles acabaram de se mudar, e Liz, uma garota muito vaidosa, escolheu o quarto que tinha um grande espelho na parede, e talhado na madeira do espelho estava: '' 5 4 1 3 2 0 9 6 7 8 , em apenas 5 anos você verá a diferença''.

Liz ficou curiosa, mas não deu muita importância ao espelho.Ela era uma garota muito vaidosa, vivia comprando cremes e maquiagem. Já se passaram 1 ano desde a mudança, era a festa de aniversário de 15 anos de Liz, ela estava super ansiosa desde o começo do mês. Passou horas na frente do espelho.

-Liz, minha filha, os convidados estão esperando- Disse a sua mãe.

Liz desceu as escadas, quando as pessoas viram a cara de Liz, estranharam, porque ela parecia muito velha para uma garota de apenas 15 anos. Mas os convidados disfarçaram.

Correu tudo bem na festa, mas Victoria, David e até Michael que não prestava muito atenção na irmã, perceberam que a irmã andara envlhecendo e que passava muito tempo na frente daquele espelho.
Passaram-se quatro anos. No dia seguinte iriam fazer 5 anos que os Walberg moravam na rua 4.
Michael ja tinha 24 anos e uma filha e Liz 19. Uma vez, limpando o porão Michael achou um osso que ele deduzira que era humano e junto com o osso, ele achou um papel:
'' 4- você 9- vaidade 1-sempre 6- demais 2-bonita 0- mais 8-mal 7- faz

Em apenas 5 anos você verá a dierença''
O papel estava junto com umas fotos de uma moça muito bonita até os 14 anos, mas na sua festa de 15 ela estava como sua irmã. Muito velha e na frente do espelho.

Michael correu para o quarto da irmã e descobriu o código: 5 4 1 3 2 0 9 6 7 8 = Aqui você será sempre bonita, mas vaidade demais faz mal. Em apenas 5 anos vc verá a diferença. Michael foi para seu quarto preocupado com o osso e o código, mas não deu muita importância  Continuou a pensar e resolver dar mais uma olhada no espelho, exatamente quando entrou viu sua irmã, morta, caída no chão com um rosto como o de uma senhora de 90 anos, e no espelho, o reflexo dela e de mais cinco garotas e garotos, todos aparentemente mortos por causa do espelho. Michael logo viu sua foto quase nítida e ficou apavorado, foi a procura de um Médium para desvendar o mistério.

Chamou o senhor Xavier que fez uma sessão espírita e psicografou uma carta do espírito do espelho.

''Eu era apenas uma garota feia do colégio, a inveja que eu sentia das Líderes de torcida, era muita, uma vez vi o garoto que eu tanto amava nos braços de uma delas. Me tranquei no banheiro e com um pedaço do espelho da parede, eu me matei. Agora meu espírito está preso neste espelho, e a unica maneira de me fazer sair daqui, é trazer aqui para frente desse espelho uma garota feia como eu, para que eu possa dar a ela, toda a beleza e felicidade que eu suguei de minhas vítimas. Agora Michael, infelizmente você é o próximo, me desculpe, não sou eu que escolho minhas vítimas... É a própria beleza delas. Seus pais viajaram, mas não voltarão mais, me traga a garota e viverás..''

Mas Michael leu a carta tarde de mais. Quando a mulher dele chegou em casa com sua filha de apenas 3 anos, encontrou Michael caído no chão.

Na mesma hora em que a polícia levava o corpo de Michael, Rachel, a filha de Michael, olhava para o espelho, como se fosse uma modelo.


Até hoje dizem que o espelho continua na casa sugando a beleza das pessoas, é preciso que uma pessoa feia fique na frente do espelho e receba a beleza, assim o espírito será liberto.



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