Sejam Bem Vindos ! ! !

Podem se aproximar, adentrar e conversar. Bem aventurado seja, meu bom amigo. Sente-se conosco, pegue uma caneca e ouça as tantas outras que aqui temos. Esse é o nosso local e agora será dividido com vc. Sinta-se em casa, aqui nada temerás, apenas fique alerta aos olhares alheios, nunca sabemos quando uma boa aventura está surgindo e nada melhor do que envolver-se nela e participar para ganhar grandes recompensas. Brindemos a nossa vitória e a amizade!

Entrem e sintam-se em casa.


Siga-nos nas redes sociais:

Orkut: www.orkut.com.br/Main#Profile?uid=13006714149878626696

curta a nossa página no Facebook:

http://www.facebook.com/bloganjosdanoite?ref=hl

E-mail / msn: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Twitter: @Noitedoanjo

17 de abril de 2013

3 lendas urbanas que acabaram se provando reais



Conheça algumas histórias sinistras que, por incrível que pareça, realmente aconteceram.


Existem algumas histórias macabras que ouvimos ou lemos por aí que supostamente são reais, mas, de tão malucas, acabamos pensando que não passam de mais uma lenda urbana. Entretanto, o pessoal do site CRACKED.com decidiu investigar e descobriu que algumas delas realmente aconteceram! Confira:


Chamadas do além

Você já ouviu falar de pessoas que receberam ligações telefônicas de alguém que, sem elas saberem, havia acabado de falecer? Essa história aconteceu nos EUA, em 2008, depois de um terrível acidente envolvendo dois trens que provocou a morte de 25 pessoas. Sabendo que Charles Peck estava viajando em um dos trens, seus familiares entraram em pânico, aguardando ansiosamente por notícias. Até que receberam uma ligação. E outra. E mais outra!
No total, foram 35 chamadas realizadas do celular de Peck e, apesar de os policiais terem achado a vítima através do sinal do aparelho, o encontro não foi nada feliz. Peck já estava morto, preso às ferragens, e até hoje ninguém jamais conseguiu explicar como as ligações puderam ser realizadas. E sabe o mais irônico dessa história? O acidente ocorreu porque um dos maquinistas se distraiu com o próprio celular e passou em um sinal vermelho.


Elevador da morte

Imagine que você vai pegar o elevador e, por algum motivo, as portas se fecham sobre o seu corpo e você fica preso. Parece o enredo de um filme de terror, não é mesmo? Pois em 2003, em um hospital — para completar o cenário macabro — dos EUA, o médico residente Hitoshi Nikaidoh acabou ficando preso na altura dos ombros entre as portas de um elevador. O problema é que ele não conseguiu se soltar, e o elevador começou a subir.
Nikaidoh teve a sua cabeça partida pela metade na altura da boca, e a outra pessoa que estava no elevador — havia uma pobre enfermeira lá dentro! — teve que esperar durante mais de uma hora na companhia da metade superior da cabeça do pobre médico, até que uma equipe de salvamento conseguisse tirar ela de lá.


Suicídio impossível

Pode parecer impossível, mas David Phyall — um britânico muito, muito descontente — decidiu cometer suicídio cortando a própria cabeça com uma serra elétrica. Tudo começou quando o prédio no qual Phyall vivia foi decretado como condenado e todos os inquilinos receberam ordens de se mudar para outros locais. Mas não David!
Mesmo depois de receber 11 ofertas de acomodações alternativas, David se recusou terminantemente a deixar o seu lar. Tanto que, para garantir que não sairia do apartamento vivo — e que daria bastante trabalho para a equipe de limpeza —, ele planejou a própria morte, e de uma maneira absurdamente sinistra.
Phyall prendeu uma motosserra à perna de uma mesa de sinuca, usou fita adesiva para manter o botão de “liga/desliga” ligado, e um temporizador para botar a ferramenta para funcionar. Depois, Phyall se deitou debaixo da mesa, com a corrente da serra posicionada sobre o pescoço e, alguns minutos mais tarde, perdeu a cabeça... literalmente.



E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Twitter: @Noitedoanjo


16 de abril de 2013

Hórus e o Natal


"A religião Egípcia é no fundo a base fundamental para a teologia Judaico-Cristã. Batismo, vida após a morte, julgamento final, imaculada concepção, ressurreição, crucificação, a arca da aliança, circuncisão, salvadores, comunhão sagrada, o dilúvio, páscoa, natal, a passagem, e muitas outras coisas e atributos são idéias Egípcias, nascidas muito antes do Cristianismo ou Judaísmo." 

"Hórus nasceu dia 25 de Dezembro da virgem Isis. O seu nascimento foi acompanhado por uma estrela do leste, que por sua vez, foi seguida por 3 Reis em busca do salvador recém-nascido. Aos 12 anos, era uma criança prodígio, e aos 30 foi batizado por uma figura conhecida por Anup e que assim começou o seu reinado. Hórus tinha 12 discípulos e viajou com eles, fez milagres tais como curar os enfermos e andar sobre a água. Hórus também era conhecido por vários nomes tais como A Verdade, A Luz, o Filho Adorado de Deus, Bom Pastor, Cordeiro de Deus, entre muitos outros. Depois de traído por Tifão, Hórus foi crucificado, enterrado e ressuscitou três dias depois. 

Estes atributos de Hórus, originais ou não, parecem influenciar várias culturas mundiais, e muitos outros deuses encontrados com a mesma estrutura mitológica. Attis, da Phyrigia, nasceu da virgem Nana dia 25 de Dezembro, crucificado, colocado no túmulo, três dias depois ressuscitou. Krishna, Índia, nasceu da virgem Devaki com uma estrela no Ocidente assinalando a sua chegada, fez milagres em conjunto com os seus discípulos, e após a morte, ressuscita. Dionísio da Grécia nasce de uma virgem dia 25 de Dezembro, foi um peregrino que praticou milagres tais como transformar a água em vinho, e é referido como "Rei dos Reis," "Filho pródigo de Deus," "Alfa e Omega," entre muitas outras coisas. Após a sua morte, ressuscitou. Mithra, da Pérsia, nasceu de uma virgem a 25 de Dezembro, teve 12 discípulos e praticou milagres, e após a sua morte foi enterrado, e 3 dias depois ressuscitou, também era referido como "A Verdade," "A Luz," entre muitos outros. Curiosamente, o dia sagrado de adoração a Mithra era um Domingo. 

O que importa salientar aqui é que existiram inúmeros salvadores, dependendo dos períodos, de todo o mundo, que preenchem estas mesmas características. A questão mantém-se: por que estes atributos, por que o nascimento de uma virgem num 25 de Dezembro, por que a morte e a ressurreição após 3 dias, porque os 12 discípulos ou seguidores?" 


"Antes de tudo, a seqüência do nascimento é completamente astrológica. A estrela no ocidente é Sírius, a estrela mais brilhante no céu noturno, que, a 24 de Dezembro, alinha com as três estrelas mais brilhantes no cinturão de Órion. Estas três estrelas são chamadas hoje como também eram chamadas na época: ?três Reis?. Os três Reis e a estrela mais brilhante, Sírius, todas apontam para o nascer do sol no dia 25 de Dezembro. Esta é a razão pela qual os Três Reis "seguem" a estrela do leste, numa ordem para se direcionarem ao Nascer do Sol. 

A Virgem Maria é a constelação Virgem. Virgo (Constelação de Virgem) também é referida como a ?Casa do Pão?, e a representação de Virgo é uma virgem a segurar um feixe de espigas de trigo. Por sua vez, Bethlehem (Belém), é, a tradução literal de "A Casa do Pão"." 

"Outro fenômeno muito interessante que ocorre a 25 de Dezembro é o solstício de Inverno. Do solstício de Verão ao solstício de Inverno, os dias tornam-se mais curtos e frios. Na perspectiva de quem está no Hemisfério Norte, o sol parece mover-se para sul aparentando ficar menor e fraco, o encurtar dos dias e o fim das colheitas conforme se aproxima o solstício de Inverno simbolizando a morte. Era a morte do sol. Pelo Vigésimo segundo dia de Dezembro, o falecimento do SOL estava completamente realizado, Para o sol, tendo-se movido continuamente para sul durante 6 meses, Faz com que atinja o seu ponto mais baixo no céu. Aqui ocorre uma coisa curiosa: o Sol deixa, aparentemente, de se movimentar para sul, durante três dias. Durante estes três dias de pausa, o Sol reside nas redondezas da Constelação de Cruzeiro do Sul, Constelação de Crux ou Alpha Crucis. Depois deste período a 25 de Dezembro, o Sol move-se 1 grau, desta vez para norte, perspectivando dias maiores, calor, e a Primavera. E assim se diz que o Sol morreu na Cruz, (constelação de Crux) esteve morto por três dias, apenas para ressuscitar ou nascer uma vez mais. Esta é a razão pela qual Jesus e muitos outros Deuses do Sol partilham a idéia da crucificação, morte de três dias e o conceito da ressurreição. É o período de transição do Sol antes de mudar na direção contrária no Hemisfério Norte, trazendo a Primavera, e assim a salvação." 

Os doze discípulos são apenas as 12 casas do zodíaco, pelas quais o Sol passa durante o ano. 

O símbolo do cristianismo é uma adaptação da cruz do zodíaco, pela qual se dividiam as quatro estações. A coroa de espinhos são os raios do sol.

"De 4300 A.C. a 2150 A.C., foi a ?Era do Touro?. De 2150 A.C. a 1 D.C., foi a ?Era de Capricórnio?, e de 1 D.C. a 2150 D.C. é a ?Era de Peixes?, A Era em que permanecemos nos dias de Hoje." 

Moisés quebra as tábuas dos dez mandamentos não porque os judeus estavam adorando falsos deuses, mas porque estavam adorando o bezerro de ouro, que representa a era de Touro. Mithra também aparece na mitologia como um homem matando um touro, representando o fim da era de Touro. Moisés representa a era de carneiro, que anuncia o salvador Jesus, o cordeiro de deus, por isso os judeus ofereciam carneiros a deus. Jesus reina durante a era de peixes, e por isso seu primeiro símbolo foi o peixe. 

Os dez mandamentos são plágios do livro dos mortos egípcio. 

"O que é que o Livro dos Mortos dizia? "Eu Nunca Roubei" tornou-se "Tu nunca roubarás," "Eu nunca Matei" tornou-se "Nunca Matarás," "Eu Nunca Menti" tornou-se "Nunca levantarás falsos testemunhos" e assim por adiante." 

"A religião Egípcia é no fundo a base fundamental para a teologia Judaico-Cristã. Batismo, vida após a morte, julgamento final, imaculada concepção, ressurreição, crucificação, a arca da aliança, circuncisão, salvadores, comunhão sagrada, o dilúvio, páscoa, natal, a passagem, e muitas outras coisas e atributos são idéias Egípcias, nascidas muito antes do Cristianismo ou Judaísmo. " 

Até mesmo os templos, os altares e o uso de velas e imagens são apropriações da religião egípcia, que Abraão conheceu antes de anunciar do Deus único ao seu povo. 

A religião egípcia tinha uma única função, justificar o poder absoluto dos governantes, e reduzir os homens a escravos da autoridade do governo, em nome de uma promessa de vida após a morte. 

"O cristianismo e todas as religiões teístas servem para afastar o seres humanos do seu meio natural, e da mesma maneira, uns dos outros. Sustenta a submissão cega do ser humano à autoridade. Reduz a responsabilidade humana sob a premissa de que "Deus" controla tudo, e que por sua vez os crimes mais terríveis podem ser justificados em nome da Justiça Divina. E o mais importante, dá o poder aqueles que sabem a verdade e usam o mito para manipular e controlar sociedades." 

Em termos astronômicos sabemos que o dia 25 de dezembro assinala o solstício do inverno no hemisfério norte. Sabemos também que Jesus foi concebido no ventre de uma virgem, Maria, em 25 de março, dia em que o arcanjo Gabriel, “no sexto mês, foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia chamada Nazaré” , segundo registros bíblicos. A palavra Deus, nesse caso, vem do termo hebraico Iahweh-Elohim, e Gabriel tem sido reiteradas vezes considerado um alienígena ou uma divindade. A concepção então se deu no equinócio da primavera e, nove meses depois, no solstício do inverno, nascia Cristo. A chave deste código está, precisamente, ma expressão “no sexto mês” , empregada pelo evangelista Lucas. A humanidade, desde seus tempos primitivos, sempre conheceu alguns Mitos que. Em linguagem comum são narrativas fabulosas que podem ser aceitas como exposição cifrada ou simbólica de uma teoria. No segundo caso temos o Mito Solar quando o logos se manifesta no mundo fenomenal e encarna num homem chamado AVATAR, cada vez que as grandes transformações cósmicas, chamadas “Eras”, que afetam desde o movimento dos sóis até a conduta dos homens, fazem necessária a presença de um “Instrutor” ou um “Transformador” que oriente o caminho ou a senda dos homens. Assim vamos falar da presença de um “Instrutor” ou “Transformador” através dos tempos. Uma condição essencial no Mito Solar é a de que o Avatar seja concebido por uma virgem. Jesus foi concebido por Virgem Maria “por obra e graça do Espírito Santo”Porém este fato, como já sabemos, não passa de uma repetição do acontecido com Krishna, muito, muito tempo antes, concebido pela virgem Devaki, que lhe da a luz no estábulo de Nandem, entre os pastores(Krishna, como Jesus deveria morrer para expiar os pecados de sua raça). Igualmente Horus nasce da virgem Ísis pela vontade do Deus Thot; Osires nasce da virgem Neith. Igualmente são tidos como nascidos de virgens Zoroastro, Quetzacoatl, Apolônio e outros. O mito básico da Maçonaria ortodoxa é a lenda de Hiram Abif, simples versão do Mito Solar e uma verdadeira história simbólica da evolução da consciência do Homem. Eis aqui a razão dos trabalhos dos “Filhos da Viúva” Somente quando brilhar o Sol da Verdade não mais serão necessários nem mitos nem lendas.

Se examinarmos com atenção e espírito livre as Sagradas Escrituras, perceberemos claramente nos livros que compõe o Pentateuco – a Tora hebraica – que os escritos estão sempre permeados da exigência de derramamento de sangue em sacrifícios. Ele é feito, inclusive, por determinação da transcendente e misteriosa entidade cósmica que desempenha, fenomenológica e teologicamente, a função de Deus. Tal misteriosa exigência, que parece ser feita para satisfazer uma espécie de justiça cósmica, é provisoriamente apaziguada como e derramamento de sangue de animais irracionais, segundo o Antigo Testamento. Mas só encontra sua definitiva satisfação com o sacrifício de uma vitima mais desenvolvida, o ser humano. Entende-se isso pelo fato do ser humano ter um grau ontológico superior de composição metafísica da personalidade, animalidade. E racionalidade. Ele é constituído de matéria e espírito. Por outro lado, a transgressão pecaminosa e a desobediência cósmica não são atos perpetrados por animais brutos ou irracionais, mas sim por seres racionais, como o homem, dotado de livre arbítrio. Por isso, somente o sacrifício apazígua a citada justiça cósmica. E precisamente dentro desta perspectiva de analise do Livro de Jô, um dos mais enigmáticos e misteriosos das Escrituras Sagradas, que pensadores como Jung e as israelitas Riwkah Schaerf e Margaret Susmam assumem posições polemicas e chegam a adotar o ponto de vista de judeus cristãos da Palestina, dos primeiros séculos do Cristianismo. Eles interpretavam textos sagrados como contendo representações do primeiro filho de Iahweh. (nosso Deus), que teria sido Satanael. Para eles, Jesus seria o segundo filho e, conseqüentemente, nem primogênito e muito menos unigênito. Esta seria a doutrina dos dois filhos antagônicos de Deus, Satã e Cristo. 

O misterioso e praticamente indecifrável Livro da Revelação – o Apocalipse – menciona algo desta tremenda batalha citando até o nome do comandante das milícias de Iahwe, o príncipe arcanjo Miguel, que também é citado nominalmente na epístola de Judas Tadeu. Este, por sua vez já cita um apócrifo atribuído ao patriarca antediluviano Enoque, no qual faz referencia a uma luta travada entre Miguel e Satã – Uma batalha de alienígenas pela posse do cadáver de Moisés. Tudo indica que nessas pelejas houve apenas algumas vitórias por parte de Miguel e do próprio Iahweh. Há perspectiva, ainda, de um próximo e terrível confronto entre as duas potências.




E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com


Twitter: @Noitedoanjo

9 de abril de 2013

Lenda Urbana - Palavras Demoníacas nas Musicas da Xuxa


A lenda:

A velha história das mensagens subliminares em músicas para crianças. Pessoas afirmavam categoricamente que se você ouvisse determinadas faixas do LP da Xuxa ao contrário mensagens ao diabo poderiam ser ouvidas. E assim milhares de baixinhos no Brasil estragaram os toca-discos dos pais girando o prato ao contrário tentado ouvir alguma coisa. Alguns juravam que ouviam.


E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Twitter: @Noitedoanjo

Os misteriosos homens de preto



Desde a década de 1940, época em houve o início da grande repercussão sobre o avistamento de OVNI’s existe relatos de pessoas envolvidas com os avistamento, que as mesmas foram visitadas por misteriosos homens vestidos de preto.
Esses misteriosos homens surgiam misteriosamente sabendo de todos os detalhes dos avistamentos, endereço das testemunhas, nome de familiares, coordenadas dos locais onde ocorreram os avistamentos, de documentos existentes, e em alguns casos, até sobre materiais colhidos em locais onde as pessoas disseram que tiveram "contato" com naves ou seres extraterrestres.
Esses misteriosos homens, segundo descrições, vestiam ternos pretos, camisas brancas, gravatas pretas, chapéus pretos e sapatos impecavelmente brilhantes e limpos. Eles chegariam em carros antigos também de cor preta, sendo que as placas desses veículos, quando pesquisadas, não existiriam no cadastro nacional de veículos.
A aparência misteriosa dos M.I.B. é complementada por relatos estranhos, como o de que teriam sido vistos cruzando um campo encharcado após fortes chuvas e chegando ao outro lado sem nenhum traço de lama em seus sapatos brilhantes. Ou então vestiriam apenas um fino casaco em dias de um frio congelante. Uma testemunha teria sido visitada por um M.I.B. que apresentava um fio verde implantado ao longo de sua perna (exposto quando a perna de sua calça subiu ao sentar-se). Um M.I.B. teria desintegrado uma moeda em sua mão, avisando à testemunha que o mesmo aconteceria com seu coração se ela contasse o que tinha visto.
Segundo testemunhas, sua aparência também era estranha, sendo de cor pálida, pele sem brilho e com olhos escuros com um tom anormal.
Seu semblante não demonstrava emoções, tendo um comportamento frio e calculista.
Segundo as pessoas que tiveram contato com esses misteriosos homens de preto, quando els entravam em contato com as testemunhas de casos ufológicos, ameaçavam as pessoas e as persuadiam à não comentar sobre o que haviam visto, e quando na existência de alguma prova material, eles também as levavam consigo em sua partida.
Mas quem seriam esses misteriosos homens de preto? De onde viriam? Trabalhariam para alguma agência governamental de segurança, ou segundo alguns ufólogos e criadores de teorias da conspiração, seriam eles também alienígenas tentando apagar as provas de sua visita em nosso planeta?



O CASO HAROLD DAH:

No dia 21/06/1947, três dias antes do caso Kenneth Arnold, o senhor Harold Dahl protagonizou um contato que ficou conhecido como “O Caso das Ilhas Maurício”.
O senhor Dalh vinha em sua embarcação próximo a Tacoma, próximo ao Estado de Washington quando avistou seis objetos a cerca de 600m de altura. Dahl vinha com mais dois tripulantes e seu filho de 15 anos, que também presenciaram o contato. Em determinado momento, um dos objetos se aproximou mais da água e despejou o que parecia ser uma espécie de material derretido, inclusive o mesmo chegou a atingir o braço de seu filho e supostamente matar um cachorro que também se encontrava na embarcação.
Quando os OVNI's desapareceram, Dahl conseguiu colher uma amostra do misterioso material jogado no mar, além de ter tirado quatro fotos dos objetos não identificados. Dahl entregou as fotos para seu superior, o senhor Fred L. Chrisman, juntas com os pedaços do material colhido no mar.
A história foi vendida para uma revista algum tempo depois, mas não ganhou muita repercussão, nem ao menos os fatos que se seguiram ao dia seguinte do contato, quando um homem vestido de terno e chapéu pretos procurou Dahl em sua casa a fim de tratar de negócios.
Dahl não achou nada estranho, afinal ele negociava madeira e era comum que as pessoas viessem interessadas em seu trabalho. O tal homem de preto disse a Dahl onde estava hospedado e os dois marcaram um encontro. Ao chegarem no hotel, o homem o convidou para ir até um bar onde chegou a pedir um café. Dahl surpreendeu-se bastante quando, no meio da conversa o homem de preto começou a lhe relatar tudo o que havia acontecido na noite do avistamento.
No final das conversa o estranho homem o ameaçou dizendo que ele tinha presenciado algo por acaso e para o bem de Dahl e de sua família, seria melhor esquecer o ocorrido.
Para piorar a situação o avião que vinha trazendo as fotos e o material recolhido no mar se acidentou.


O CASO HERBERT HOPKINS :

Este caso ocorreu no estado Norte Americano do Maine, em setembro de 1976.
O Dr. Hopkins era hipnólogo e estava trabalhando como consultor num caso ufológico.
Em um determinado dia o telefone chamou e o interlocutor se identificou como sendo o vice-presidente de um centro de pesquisas ufológicas de Nova Jersey.
O tal homem desejava abordar a respeito de um caso que estava pesquisando.
O Dr. Hopkins concordou em recebê-lo em casa e conversar com ele, mas para sua surpresa dentro de pouco tempo o homem já estava batendo à porta de sua residência.
Sua mulher e filha não se encontravam em casa e o Dr. Hopkins ficou só, à mercê daquele estranho personagem.  
O tal homem trajava camisa branca, terno preto, sapatos e gravatas da mesma cor, luvas cinzas e um chapéu.

Consta que durante a conversa, fatos inusitados aconteceram.
O homem de preto tirou seu chapéu mostrando uma careca de cor cadavérica, além de algumas vezes passar a mão pelos lábios e as luvas saírem manchadas e algo vermelho parecido com batom.

O Dr. Hopkins ficou bastante perturbado e confuso durante aquela visita, sobretudo, perante às ameaças que se seguiram contra ele.

O Homem de Preto, ou "MIB" como muitos os chamam, o ordenou a apagar todas as gravações que havia feito com as testemunhas sob hipnose.
O mais estranho da história ocorreu quando o MIB pegou uma moeda numa das mesas da casa e a desmaterializou nas mãos, perante os assustados olhos do Dr. Hopkins.

Completou ainda com a ameaça de que, se não parasse com as pesquisas ufológicas, o mesmo aconteceria com seu coração.

Profundamente aterrorizado, consta que o Dr. Hopkins não discutiu com o MIB durante a conversa e nem questionou nenhuma de suas ameaças (ou pelo menos não se lembra disso).

Ele apenas obedeceu tudo, exatamente como foi ordenado e apagou todas as fitas que continham os depoimentos das testemunhas sob hipnose e se afastou do caso de estava pesquisando.

O mais estranho foi quando a filha e a mulher do Dr. Hopkins chegaram em casa e o encontraram profundamente perturbado, com todas as luzes da casa acesas, sentado junto a mesa sob a qual havia um revolver.

Confirmaram ainda marcas de passagem de carro na estrada próxima e uma série de distúrbios telefônicos que começaram a ocorrer logo depois da visita do MIB.

Esses detalhes da história confirmam que realmente algo de muito grave aconteceu e que não foi fruto da imaginação do Dr. Hopkins. O mais correto, seria pensar que ele realmente teve uma espécie de surto psicótico, mas, certamente, provocado pela presença do próprio MIB.


O CASO IKLEY MOOR:


No amanhecer do dia 30 de novembro de 1987 em Ilkley Moor, West Yorkshire, Inglaterra, (Coordenadas GPS: Latitude / Longitude: 53°55'24.79"N, 1°49'29.10"W), um ex-policial, que chamaremos de Philip Spencer, tirava fotografias do povoado de Menston com sua câmera, quando percebeu que diante dele, a uma certa distância, havia um estranho "ente de aparência esverdeada".

Após esse avistamento, sua próxima lembrança foi de ter chegado a Menston algum tempo depois, desorientado e confuso.

Nessa mesma manhã levou o filme para revelar e, duas horas depois, quando pegou as fotos, descobriu que a entidade tinha sido fotografada.

Assustado com o estranho "encontro", procurou o endereço da ufóloga Genny Randles, e escreveu-lhe contando sua experiência. Randles entrou em contato com outro invéstigador, Peter Hough, que sugeriu que o próprio Spencer e a fotografia fossem investigados. O ex-policial concordou em cooperar.

Depois de seis semanas de investigação, Spencer recebeu a inesperada visita de dois homens vestidos com ternos pretos, os quais se apresentaram como Jefferson e Davis, oficiais da RAF. Explicaram a Spencer que deveriam ficar com a fotografia de Ilkley Moor.

Porém, Spencer já havia entregado a foto solicitada para Hough e os dois homens foram embora de mãos vazias.
O que surpreendeu Spencer foi o fato deles saberem a existência da fotografia. Só sua mulher, Peter Hough , Genny Randles e Arthur Tomlinson, outro investigador sabiam do caso.

Hough contactou o serviço de inteligência da RAF para confirmar a identidade dos visitantes. Disseram-lhe que não sabiam quem eram e que não tinham enviado nenhum agente ao seu encontro.
Hough concluiu que Spencer tinha sido vítima de um dos estranhos fenômenos relacionados atualmente com os ÓVNIs: uma visita dos Men In Black (MIB, homens de preto).

O relato de Spencer poderia facilmente ser considerado um delírio, se não fosse pela declaração do doutor Jim Singleton, o psicólogo que fez uma série de testes, onde a autenticidade do depoimento de Spencer é comprovada.
Além disso, a experiência do ex-policial está longe de ser a única.

Os arquivos de muitos pesquisadores do fenômeno OVNI estão repletos de casos semelhantes: ameaçadores homens de preto visitam as suas vítimas com a intenção de exigir-lhes silêncio.


AGENTES SECRETOS OU ALIENÍGENAS DISFARÇADOS?


Apesar dos relatos diferenciarem-se nos detalhes, a semelhança sugere uma ordem oculta.
Os MIB aparecem logo depois de um OVNI ter sido avistado ou de ter ocorrido um encontro com um extraterrestre (ET).

Eles visitam ou telefonam para a testemunha ou para o investigador que conduz o caso.

Ao aparecerem pessoalmente, geralmente em duplas ou trios, estão vestindo roupas pretas.

Muitas vezes, chegam dirigindo impecáveis e antigos carros pretos.
Alguns apresentam documentos de identificação, mas os nomes sempre são falsos.
O mais curioso é que em quase todos os casos, os MIB possuem informações detalhadas sobre a vítima e sua experiência, às quais não poderiam ter tido acesso.

Se a visita acontece poucas horas depois do incidente, como poderiam ter conhecimento com tanta rapidez?

Segundo alguns investigadores, os únicos que possuem acesso a este tipo de informação são os agentes dos serviços de inteligência.
Eles acreditam que esses homens sombrios fazem parte de uma campanha para dissimular a verdadeira natureza das operações secretas do governo.

Não fica claro o que é ocultado, mas geralmente suspeita-se de projetos militares altamente secretos.

Este fato explicaria as falsas identidades dadas pelos MIB e a negação do governo em qualquer tipo de participação.

Alguns ufólogos asseguram que os governos querem evitar que a verdade sobre os OVNI's torne-se pública.

Em sua opinião, os homens de preto fazem parte de uma conspiração dos serviços secretos para conseguir que as testemunhas e investigadores guardem segredo.
O maior inconveniente desta teoria é que, se essas visitas estão relacionadas com os serviços secretos, por que suas ameaças não tornam-se públicas?
Não deixa de ser curioso que as vítimas que não obedeceram as instruções dos MIB tenham sido castigadas com violência física, e algumas delas tenham morrido de forma estranha.

Outros pesquisadores já teorizam que esses misteriosos Homens de Preto (MIB), são na realidade alienígenas disfarçados e que vivem entre nós, investigando possíveis testemunhas de avistamentos de naves e/ou de seus tripulantes, o que poderia mostrar a verdade sobre sua existência em nosso planeta.

Em seguida, esses "Agentes" disfarçados visitariam as testemunhas, fazendo com que as mesmas não divulgassem o que viram, e se alguma delas se recusasse à isso, seriam utilizados outros procedimentos para "eliminar" o problema.

Em 1997 foi lançado o filme "MIB" - Homens de Preto, com Tommy Lee Jones e Will Smith, mostrando justamente a existência e atuação desses misteriosos agentes em nosso mundo.

Agora, qual seria a realidade sobre os Homens de Preto?
Isso continua sendo um mistério.

"Porisso, caso você aviste algum OVNI, ou tenha algum contato de 3° grau com um alienígena, cuidado, pois você poderá ser visitado em breve pelos misteriosos MIB's, e o que viria em seguida, só eles poderiam revelar."


E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Twitter: @Noitedoanjos





1 de abril de 2013

Mitologia Nórdica - 1 de Abril é o dia de Loki




1 de abril é o dia de Loki, um gigante da mitologia nórdica. Deus do fogo, da trapaça e da travessura, pode assumir a forma que quiser. 


É frequentemente considerado traiçoeiro, de pouca confiança; e, embora suas artimanhas geralmente causem problemas a curto prazo aos deuses, estes frequentemente se beneficiam, no fim, das travessuras de Loki. 


Ele está entre as figuras mais complexas da mitologia nórdica. As referências a Loki estão no Edda em verso, compilado no século XIII a partir de fontes tradicionais, no Edda em prosa e no Heimskringla, escrito no século XIII por Snorri Sturluson. 


Ele também aparece nos Poemas rúnicos, a poesia dos escaldos, e no folclore escandinavo. Há uma forte relação entre Loki e o dia da mentira.

26 de março de 2013

Lula Mais Uma Vez Clama Por Uma Nova Ordem Mundial


Não é a primeira vez que Lula, como os demais fantoches da nova ordem mundial, se utiliza da dialética hegeliana (problema->reação->solução) para defender a nova ordem mundial. Em junho no kasaquistao, tão bem como em outras vezes, Lula não perde a chance de clamar pela Nova Ordem Mundial. Atente como Lula, como outros lideres, se utilizam do alarmismo do aquecimento global para justificar a nova ordem mundial. Obama veio com um discurso muito parecido um mês antes de Lula, apenas adicionando terrorismo e armas de destruição em massa a receita da Nova Ordem Mundial.

Discurso do Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante a abertura do debate geral da LXIV Assembléia Geral das Nações Unidas

Nova York-EUA, 23 de setembro de 2009



Veja mais detalhes:


Quero abordar aqui três questões cruciais, que me parecem interligadas, três ameaças que pairam sobre nosso planeta: a persistência da crise econômica, a ausência de uma governança mundial estável e democrática e os riscos que a mudança climática traz para todos nós.
...
O enfrentamento da crise e a correção de rumo da economia mundial não poderiam ficar apenas a cargo dos de sempre. Os países desenvolvidos – e os organismos multilaterais onde eles eram hegemônicos – foram incapazes de prever a catástrofe que se iniciava e, menos ainda, de preveni-la.
...

Mas não tenho a ilusão de que poderemos resolver nossos problemas sozinhos, apenas no espaço nacional. A economia mundial é interdependente. Estamos todos obrigados a atuar além de nossas fronteiras. Por isso, é imprescindível refundar a ordem econômica mundial.

...
Todas essas preocupações fazem parte da política energética de um país autosuficiente em petróleo e que acaba de descobrir grandes reservas que nos colocarão na vanguarda da produção de combustíveis fósseis. Mas o Brasilnão renunciará à agenda ambiental para ser apenas um gigante do petróleo. Queremos consolidar nossa condição de potência mundial da energia verde.

Por outro lado, deve-se exigir dos países desenvolvidos metas de redução de emissões muito mais expressivas do que as atuais, que representam mera fração do que é recomendado pelo Painel Inter-governamental para a Mudança do Clima.

Causa-nos também profunda preocupação a insuficiência dos recursos até agora anunciados para as necessárias inovações tecnológicas que preservarão o ambiente nos países em desenvolvimento.

A resolução desses e outros impasses só ocorre se as ameaças ligadas às mudanças climáticas forem enfrentadas a partir da compreensão de que temos responsabilidades comuns, mas diferenciadas.

Senhor Presidente,

Os temas que estão no centro de nossas preocupações – a crise financeira, a nova governança mundial e a mudança do clima – têm um forte denominador comum. Ele aponta para a necessidade de construir uma nova ordem internacional, sustentável, multilateral, menos assimétrica, livre de hegemonismos e dotada de instituições democráticas. Esse mundo novo é um imperativo político e moral.

Não basta remover os escombros do modelo que fracassou, é preciso completar o parto do futuro. É a única forma de reparar tantas injustiças e de prevenir novas tragédias coletivas.



Assista o vídeo abaixo

Lula illuminati anuncia a Nova Ordem Mundial - Governo Mundial

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=NN8nF2IM_VY






E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Twitter: @Noitedoanjo


12 de março de 2013

Lenda da Biblioteca de Alexandria e sua História


A lenda da biblioteca

A biblioteca de Alexandria é uma lenda. Não um mito, mas uma lenda. A destruição da biblioteca do mundo antigo foi recontada muitas vezes. Muita tinta foi derramada, antiga e moderna, sobre os 40.000 volumes abrigados nos depósitos perto do porto, que foram supostamente queimados quando Julius Caesar incinerou a frota do irmão de Cleopatra. A figura de Hypatia, uma matemática, sendo arrastada de sua carruagem por uma multidão de monges pagões e queimada viva em cima dos restos da biblioteca encontram seu lugar na lenda também. Contudo quando nós soubermos de muitos boatos da destruição "da biblioteca" (na verdade, havia ao menos três bibliotecas diferentes que coexistiam na cidade), e se sabe hoje de escolas inteiras em Alexandria e o scholarship, existem poucos dados sobre as localizações, disposições, terras arrendadas, organização, administração, e estrutura física do lugar.


Fundação

Demétrius de Phaleron


A primeira menção que existe da biblioteca está na letra de Aristeas (180-145 AC), um estudioso judeu abrigado na biblioteca que documentou a tradução do Septuaginto para o grego por setenta e dois rabinos. Esta maciça produção foi comissionada por Demétrius de Phaleron sob seu patrono, Ptolomeu I. O próprio Demétrius era uma ex-tirano de Atenas, e um sábio da primeira geração de Peripaticos. Isto é, era um dos estudantes de Aristóteles junto com Theophrastus e Alexandre, O grande. Demétrius, que foi posto no poder de Atenas com a ajuda de Alexandre, deu suporte para que Theophrastus findasse um Lyceum para os estudos de seu mestre, feito nos moldes da academia de Platão. Depois que Ptolomeu I ganhou o reinado sobre o Egito conquistado devido às vitórias de Alexandre, Theophrastus recusou o convite do Faraó em 297 AC de ensinar o filho de Ptolomeu do tutor, recomendando Demétrius, que tinha sido dirigido recentemente para fora de Atenas em conseqüênciado conflitos político entre os sucessores de Alexandre.


Precedentes para o museu

De acordo com Aristeas, Demétrius recomendou a Ptolomeu o recolhimento de uma coleção dos livros sobre reinos e governos, do estilo de filósofo-reis de Platão, e além disso recolher livros dos povos de todo o mundo sobre comercio e sociedade. Demétrius deve também ter ajudado a fundar um museu no capital de Ptolomeu, Alexandria, um templo dedicado a Musas. Este não era o primeiro templo dedicado aos patronos divinos das artes e das ciências. Entretanto, como vinha fazendo a meio-século após o estabelecimento da academia de Platão, o Lyceum de Aristóteles, e a escola de Epicurus, e localizado em um centro rico do comércio internacional e de troca cultural, do lugar e do tempo eram maduro para que tal instituição florescesse. Os sábios foram convidados a realizar lá as atividades Peripaticas da observação e da dedução na matemática, na medicina, na astronomia, e na geometria; e a maioria das descobertas do mundo ocidental foram gravadas e debatidas lá pelos 500 anos seguintes.


O Museu


Os arqueólogos não descobriram as fundações do museu, embora escavaram parcelas da "da biblioteca filha" no templo próximo de Serapis. Das fontes preliminares dispersadas estas parecem muito relativamente desobstruídas: estava no setor de Brucchium (nordeste) da cidade, ou provavelmente junto às terras do palácio. Foi cercado por cortes, por jardins, e por um parque zoological que continha animais exóticos das partes longínquas do império Alexandrino. De acordo com Strabo, em seu coração existia um Salão grande e um salão com uma abobada circular (talvez romano?) com um observatório em seu terraço superior; as salas de aula cercavam-no. Isto é muito similar à disposição do Serapeum, que foi começado por Ptolomeu II e terminado por seu filho. Os 30-50 sábios estimados provavelmente foram abrigados permanentemente lá, alimentados e financiados provavelmente pela família real primeiramente e, mais tarde, de acordo com um papiro romano adiantado, pelo dinheiro público.


As Pilhas

As prateleiras físicas da biblioteca podem ter estado em um dos salões circulares de aulas ou no jardim, ou pode ter sido abrigado no Grande Salão central. Consistiam de buracos onde eram enfiados os pergaminhos, onde os melhores eram revestidos de linho ou de couro. As peles de pergaminhos vieram a moda depois que Alexandria parou de exportar papiro em uma tentativa de estrangular sua biblioteca rival mais nova, criada por Seleucidio em Pergamon. Nas épocas romanas, os manuscritos começaram ser escritos no formulário do codex (livro), e começaram a ser armazenados nas caixas de madeira chamadas armaria.


Desenvolvimento da biblioteca


O Septuaginto

Aristeas, escrevendo 100 anos após a criação da biblioteca, escreve que Ptolomeu deu a Demetrius a tarefa de recolher livros e pergaminhos, assim como supervisionar o esforço maciço de traduzir trabalhos de outras culturas para o grego. Este processo começou com a tradução do Septuaginto, o Velho Testamento, para o grego, projeto para o qual Ptolomeu empregou 72 rabinos devido a sugestão de Demetrius.


Aquisição dos livros


No tempo de Demetrius, as bibliotecas gregas eram geralmente coleções dos manuscritos particulares, tais como a biblioteca de Aristóteles que continha os seus próprios e outros trabalhos. Os templos de Egito tiveram freqüentemente prateleiras que continham uma variedade de textos religiosos e oficiais, como determinados museus no mundo grego. Foi a grande ambição de Ptolomeu I de possuir toda a literatura sabida do mundo que fez possível a realização dessa coleção idiosincriatica de livros criando assim uma verdadeira biblioteca. John Tzetzes escreve diversos séculos mais tarde que Callimachus catalogou 400.000 pergaminhos mistos (provavelmente aqueles que continham mais de um capítulo) e outros 90.000 não-mistos. Os métodos dos sucessores de Ptolomeu para conseguir seu objetivo eram certamente originais. Ptolomeu III escreveu uma letra "aos lideres de todo o mundo" pedindo seus livros emprestados. Quando Atenas emprestou os textos de Eurípides, Aeschylus, e Sófocles, ele teve-os copiados, retornados as cópias, e mantidos os originais. Supostamente, todos os navios que pararam na porta de Alexandria foram procurarados por livros, os quais tiveram o mesmo tratamento. Assim o termo "biblioteca de navio" para algumas peças da coleção abrigada no museu. Este procedimento não ortodoxo inspirou ao menos o primeiro trabalho sistemático de arquivação dos textos clássicos, sem o qual nenhum dos autores teria sobrevivido.


Os Primeiros Bibliotecários


Quando Demetrius era um converso de Serapis e assim provavelmente de um oficial do novo culto Grego-Egipcio inventado por Ptolomeu, o Serapeum não havia sido construído quando se deu a sua morte e não é recordado nem como o bibliotecário dessa instituição nem no museu. O primeiro o bibliotecário de que se tem registro era Zenodotus de Ephesus, que teve esse trabalho desde o fim do reino de Ptolomeu I até 245 A.C. Seu sucessor foi Callimachus de Cyrene era talvez o bibliotecário mais famoso de Alexandria, pois criou um catalogo de 120,000 pergaminhos chamado de “tabela de Pinakes”. Não era de forma alguma compreensivo, mas funcionava mais como um índice. Apolônio de Rhodes, seu rival mais jovem e escritor do notório épico, Argonautica, foi o sucessor de Callimachus. Erastóstenes de Cyrene, famoso geógrafo e matemático, sucedeu Apolônio em 235, e compilou seu "tetagmenosepiteismegaleisbibliothekeis", o “esquema das grandes estandes”. Em 195, Aristófanes ganhou a posição e atualizou os Pinakes de Callimachus
. O ultimo registro de um bibliotecário foi Aristarchus de Samothrace, o astrônomo, que ganhou a posição em 180 AC e foi tirado durante lutas dinásticas entre os Ptolomeus. Enquanto a biblioteca e o museu continuaram existindo vários séculos depois, os sábios ficaram sendo chamados de “Alexandrinos” e nenhum bibliotecário foi mencionado pelo nome.



Organização

Enquanto é duvidoso que a biblioteca tenha tido uma organização sistemática, e sim de que tenham sido armazenados novos baús e prateleiras de papiros em grupos a medida que eles foram sendo adquiridos. Os Alexandrinos, a partir de Callimachus, tentaram manter registro dos pertences da biblioteca através de um catalogo de assuntos. Nisso eles seguiram a divisão do conhecimento como sugeria Aristóteles, ou ao menos seu estilo de organização que tenha caído dentro da categoria de “filosofia” em subdivisões de observações e ciências dedutivas.


Matemática

A matemática Alexandrina se preocupava a maior parte com geometria, mas sabemos de alguma pesquisa especifica em teoria numérica. Números primos eram uma fonte de fascinação no tempo dos Pitagoreanos.

Eudoxis de Cnidus, pupilo de Euclides, provavelmente trabalhou fora de Alexandria e é conhecido por desenvolver um método de integração, estudou o uso de proporções para resolver problemas e contribuiu com varias formulas para medir figuras em três dimensões. Pappus foi um dos últimos matemáticos gregos, se concentrou em números grandes e semicírculos, e também foi um importante transmissor para a cultura européia da astrologia descoberta de fontes orientais. Theon e sua filha Apatia também continuaram o trabalho em astronomia, geometria e matemática, construindo o trabalho de seus predecessores, mas infelizmente nenhum de seus trabalhos sobreviveu.


Astronomia

Astronomia não era meramente uma projeção de uma terceira dimensão numa Quarta, mesmo sendo assim que muitos cientistas gregos a classificaram. O movimento das estrelas e do sol eram essenciais para determinar posições terrestres, já que eles proviam pontos universais de referencia. No Egito, isso era particularmente vital para os direitos de propriedade, porque a indução anual do Nilo com freqüência alterava as marcas físicas no terreno e os limites entre os campos. Para Alexandria, da qual sobrevivia de exportar grãos e papiro para o resto do mediterrâneo, o desenvolvimento em astronomia possibilitou uma grande ajuda aos navegadores. Astrônomos gregos antigos concentraram-se em modelos teóricos do universo; Alexandrinos pegaram o trabalho de detalhar as observações e analisar a matemática envolvida em todas essas idéias.


Mapas do Céu

Erastóstenes, o versátil terceiro bibliotecário, juntou um catalogo completo de 44 constelações junto com seus devidos mitos, assim como uma lista de 475 estrelas fixas. Hipparchus ganhou o credito de inventar a longitude e latitude, importando o sistema circular de 360 graus da Babilônia, calculando o comprimento do ano dentro de uma precisão de 6 minutos, juntando um mapa estelar de constelações e estrelas e especulando que elas, as estrelas, tinham tanto nascimento como morte.


Esquemas do Universo

Aristarco aplicou trigonometria Alexandrina para estimar as distancias e tamanhos do céu e da lua, e também postulou um universo heliocêntrico, com o sol no centro do universo. Um colega sábio do Museu, Stoico Clinatos, acusou-o de blasfemador. Hipparchus de Bithynia, durante o reino de Ptolomeu VII, descobriu e mediu o procedimento de equinócios, e a trajetória do sol e da lua. 300 anos depois, Ptolomeu (sem relação nenhuma com a realeza egípcia) criou matematicamente seu elegante sistema de epicirculos para dar razão a geocentricidade da visão Aristoteliana, e escreveu um tratado de astrologia, ambos que depois se tornariam no paradigma medieval.


Geometria

Os alexandrinos juntaram muitos princípios geométricos de antigos matemáticos gregos, e também tinha acesso a conhecimentos egípcios e babilônicos no assunto. Esta é uma das áreas nas quais o museu se excedia, produzindo sua porção de grandes geomatros, desde sua criação. É dito que Demetrius convidou Euclides para Alexandria, e sua obra “Elementos” é conhecida como os fundamentos da geometria. Seus sucessores, notavelmente Apolônio, continuaram a pesquisa em formas cônicas, assim como Hipparchus.


Erastotenes e a Geometria Esférica: Calculando a Circunferência da Terra


O terceiro bibliotecário de Alexandria, Erastóstenes (275-194 AC), calculou a circunferência da terra com uma diferença de apenas 1%, baseado na medida da distancia entre Aswan ate Alexandria e a fração de todo o arco determinado pela diferença do comprimento da sombra ao meio dia nesses dois locais. Ele ainda sugeriu que os mares estariam conectados, que a África poderia ser circum-navegada e que a “Índia poderia ser alcançada navegando oeste da Espanha”. Finalmente, provavelmente sobre desenhos do Egito e do Oriente Médio, ele deduziu o comprimento do ano em 365 e ¼ dias e foi o primeiro a sugerir a idéia de adicionar um “dia a mais” a cada quatro anos.


Mecanica: Ciencia Aplicada

Arquimedes, o descobridor do numero pi, foi um dos primeiro sábios Alexandrinos a aplicar as teorias de movimento de geomatros e astrônomos em aparatos mecânicos. Entre as suas descobertas estão a alavanca e, como uma extensão do mesmo principio, o “parafuso de Arquimedes”, uma ferramenta para levantar água. Ele também é a figura da lenda do cientista levantando de sua banheira com o grito de “Eureka” depois de descobrir que a água é tirada de seu local com a imersão de objetos nela.

A hidráulica foi uma ciência que nasceu em Alexandria, da qual era o principio atrás do “Herói Pneumático”, um longo trabalho descrevendo muitas maquinas e “robôs” simulando ações humanas. A distinção entre a pratica e a teoria provavelmente não ocorreu a ele durante seus experimentos, que incluíam estatuas que misturavam drinques, bebiam e cantavam (através de ar comprimido). Ele também inventou o órgão de cano que mais tarde seriam usados nos “Banhos Romanos”, uma lâmpada que se auto-ajustava.


Medicina

O estudo de anatomia, que tem sua origem em Aristóteles foi conduzido extensivamente por muitos Alexandrinos, que provavelmente tinham a vantagem dos belos jardins e espécies de animais da biblioteca, alem da pratica Egípcia de mumificação. Um dos primeiros estudiosos dessa ciência, Herophilus, coletou e juntou o “Hippocratic corpus”, e embarcou em estudos próprios. Ele foi um dos primeiros a distinguir o cérebro e o sistema nervoso como uma unidade, assim como a função do coração, da circulação do sangue e provavelmente de vários outros órgãos e suas funções. Seu sucessor, Eristratos, se concentrou no sistema digestivo e os efeitos da nutrição, e postulou que os alimentos assim como os nervos e o cérebro influenciam em doenças mentais. Finalmente, no segundo século AC, Galen fez em Alexandria vastas e inúmeras pesquisas e junto com suas próprias pesquisas compilou quinze livros anatomia e a arte da medicina.


Conclusão

O Museu de Alexandria foi fundando num lugar e tempo únicos que possibilitaram seus sábios a criar sobre as técnicas dedutivas de Aristóteles e do conhecimento grego em ordem de aplicar esses métodos no conhecimento da Grécia, Egito, Macedônia, Babilônia e alem. A localização de Alexandria como um centro comercial, e como o maior exportador de material para escrever, ofereceu vastas oportunidades para o contato entre diferentes culturas e formas de pensamento. O esforço deliberado de seus sábios para juntar e analisar criticamente o conhecimento de sua época possibilitaram a primeira pesquisa sistemática de conhecimento por especialistas em novas áreas de conhecimento. Completas novas disciplinas, como gramática, preservação de manuscritos e trigonometria surgiram. Ainda, a grande coleção de documentos numa cidade Egípcia possibilitaram a transmissão de textos clássicos em árabe e hebreu, onde foram preservados por muito tempo depois que suas copias foram perdidas durante a Idade Media na Europa. Alexandria e seus primos, o Lyceum, a Academia, e a jovem biblioteca de Pergamon, foram provavelmente os protótipos de monastérios e universidades medievais. Enquanto muitos sábios modernos com freqüência se lamentam da quantidade de informações perdidas desde a queda da biblioteca, uma grande quantidade de descobertas e teorias Alexandrinas, especialmente em matemática e geometria, ainda provem um chão de trabalho para pesquisa moderna nestes campos. E Finalmente, os métodos de pesquisa, estudo, de armazenamento e organização da informação desenvolvida na Biblioteca são muitos os mesmos usados hoje em dia, apenas os pergaminhos lineares deram espaços para livros em estantes, e agora estamos vendo a transformação de livros em documentos numa mídia eletrônica.


Bibliografia

CASSON, Lionel. O Antigo Egito. Rio de Janeiro: José Olympio.
1972

CANFORA, Luciano. The Vanished Library.trans. Martin Ryle. University of California Press.Berkely: 1989.

JOHNSON, Emer D. History of Libraries in the Western World. Scarecrow Press, Inc. Metuchen: 1970.



E-mail / msn: apocalipsedosanjos@hotmail.com

Twitter: @Noitedoanjo