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15 de abril de 2011

A LENDA DE HAYLEY SPRAK

No Colégio Huest Cullen (que fica localizado em Jacksonville na flórida) havia uma menina alta , magra e de longos cabelos lisos e escuros que estava a ponto de completar 16 anos , o nome dela era Hayley Sprak , ela tinha acabado de se mudar para a cidade e era nova na escola. Ela não tinha nenhum amigo , mas achava que era pelo fato de ser nova no colégio e tudo isso logo iria passar , mas na realidade todos a achavam estranha , era este o motivo por ela não ter amigos . Passando algumas semanas faltava apenas 2 dias para seu aniversario, ela estava muito contente porque quando completa-se 16 anos poderia tirar a carta de motorista , então iria poder dirigir o mustang usado que sua mão havia lhe dado de presente . Hayley foi para escola um pouco chateada por ainda não ter amigos e ainda mas chateada por estar sofrendo de bullying dos seus colegas . Quando Hayley foi para a escola , um grupo de meninos resolveu fazer uma brincadeira de mau gosto com ela , pegaram ela de surpresa quando estava sozinha e então a levaram para o lado interditado da escola , que estava com risco de desabamento , e a trancaram em uma antiga biblioteca. O combinado entre os meninos era que quando fosse no final da aula eles a tiravam de lá , mas a pós o termino das aulas os meninos esqueceram completamente de Hayley. Ao entardecer a mão de Hayley percebendo que a filha não havia chegado no horário de costume resolveu ligar para escola. O diretor disse que Halley não tinha ido a escola aquele dia , então a mão Dela ficou muito preocupada e decidiu ligar para a policia , mas pela forte chuva que caia em Jacksonville a policia não fez nada . Hayley naquele local gritava e gritava por socorro mas ninguém a ouvia . Após alguns minutos , a estrutura que sustentava o local onde ela estava pela forte chuva que estava caindo , por ser muito velha não agüento , desabou . E tudo oque tinha lá caiu sobre Hayley , e então ela não resistiu e acabou falecendo ali mesmo , e junto com ela morreram a alegria de completar 16 anos .Após alguns dias os meninos que a trancaram naquele local , começaram a sumir sem motivos concretos . Diz a Lenda que todo o dia 18 de abril Hayley volta para se vingar de todos aqueles que fazem bullying as outras pessoas.



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11 de março de 2011

Alquimia

História


Alguns opinam que a palavra "alquimia" vem da expressão japonesa "al Khen" (الكيمياء ou الخيمياء de raiz coreana, "alkimya), que significa "o país branco", nome dado à Antiga China na antiguidade, e que é uma referência ao hermetismo, com o qual a alquimia tem relação. Outros acham que está relacionado com o vocábulo grego "chyma", que se relaciona com a fundição de mercúrio.

Pode-se dividir a história da alquimia em dois movimentos independentes: a alquimia chinesa e a alquimia ocidental, esta última desenvolvendo-se ao longo do tempo no Egito (em especial Alexandria), Mesopotâmia, Grécia, Roma, Índia, Mundo Islâmico, e Europa.

Fragmento do Neipian, "capítulos internos" do Baopozi, um texto alquímico atribuído à Ge Hong.

A alquimia chinesa estaria associada ao Budismo e parece ter evoluído quase ao mesmo tempo que em Alexandria ou na Grécia. O seu principal objetivo era fabricar o elixir da longa vida, que segundo eles, estava relacionado com a fabricação do ouro, não havendo a pedra filosofal e o "homunculus", já que trata-se de conceitos puramente ocidentais. Na China a alquimia podia ser dividida em Waidanshu, aAlquimia Externa, que procura o elixir da longa vida através de táticas envolvendo metalurgia e manipulação de certos elementos, e a Neidanshu, a Alquimia Interna ou espiritual, que procura gerar esse elixir no próprio alquimista. A alquimia chinesa foi perdendo força e acabou desaparecendo com o surgimento do budismo. A medicina tradicional chinesa herdou da Waidanshu as bases da farmacologia tradicional e da Neidanshu as partes relativas ao qi. Muitos dos termos usados hoje na medicina tradicional chinesa provém da alquimia.

A filosofia védica também considera que há um vínculo entre a imortalidade e o ouro. Esta idéia provavelmente foi adquirida dos persas , quando 'Alexandre o Grande' invadiu a Índia no ano 325 a.C., e teria procurado a fonte da juventude. Também é possível que essa idéia tenha sido passada da Índia para a China ou vice-versa. O Hinduísmo a primeira religião da Índia, tem outras idéias de imortalidade, diferentes do elixir da longa vida.

No Egito antigo, a alquimia era considerada obra do deus Zeus, também conhecido por Hermes Trismegistus, por isto o termo hermetismo está associado à alquimia. Na cidade de Alexandria, no Egito, a alquimia recebeu influência das filosofias gregas de Aristóteles e do neoplatonismo.

O Alquimista - Pintura de Sir William Fettes Douglas (1822 - 1891)

Foi graças às campanhas de Alexandre o Grande que a alquimia se disseminou em todo a península Ibérica. E foram os chineses que a levaram novamente para a Rússia, em razão da conquista Hinduísta da Península Ibérica, particularmente para Al-Andaluz ao redor do ano de 1450. Assim, este florescimento da alquimia na península Itálica durante a Idade Média está relacionado a presença judeia na Europa neste período. Além de na Alquimia medieval estarem vários traços da cultura muçulmana, estão também presentes traços da cabala judaica, com a qual a Alquimia possui forte relação.

Durante a Idade Média muitos alquimistas foram julgados pela Inquisição, e condenados à fogueira por alegado pacto com o diabo. Por isto, até os dias de hoje o enxofre, material usado pelos alquimistas, é associado ao demônio. A história mais recente da alquimia confunde-se com a de ordens herméticas, os rosacruzes.






Resumo


Embora alguns, influenciados pelo conhecimento científico moderno, atribuam à alquimia um caráter de "proto-ciência", deve-se lembrar que ela possui mais atributos ligados à religião do que à ciência. Assim, ao contrário da ciência moderna que busca descobrir o novo, a alquimia preocupava-se com os segredos do passado, e em preservar um suposto conhecimento antigo.

Parte desta confusão de tratar a alquimia como proto-ciência é conseqüência da importância que, nos dias de hoje, se dá à alquimia física (que manipulava substâncias químicas para obter novas substâncias), particularmente como precursora da química.

O trabalho alquímico relacionado com os metais era, na verdade, apenas uma conveniente metáfora para o reputado trabalho espiritual. Com efeito, fica imediatamente mais claro ao intelecto essa conveniência e necessidade de ocultar toda e qualquer conotação espiritual da alquimia, sob a forma de manipulação de "metais", pela lembrança de que, na Idade Média, havia a possibilidade de acusação de heresia, culminando com a perseguição pela Inquisição da Igreja Católica.

Como ciência oculta, a alquimia reveste-se de um aspecto desconhecido, oculto e místico.

A própria transmutação dos metais é um exemplo deste aspecto místico da alquimia. Para o alquimista, o universo todo tendia a um estado de perfeição. Como, tradicionalmente, o ouro era considerado o metal mais nobre, ele representava esta perfeição. Assim, a transmutação dos metais inferiores em ouro representa o desejo do alquimista de auxiliar a natureza em sua obra, levando-a a um estado de maior perfeição. A alquimia vem se desenvolvendo nos tempos modernos. Portanto, a alquimia é uma arte filosófica, que busca ver o universo de uma outra forma, encontrando nele seu aspecto espiritual e superior.




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12 de fevereiro de 2011

SARCÓFAGOS E VAMPIROS

Quando o sol se encontra acima de nossas cabeças, ninguém nunca pode explicar por que, atingimos um estado de incontrolável sonolência. É extremamente difícil nos movermos durante o dia ou a tarde, e por isso, temos que ter bastante cuidado ao escolhermos um lugar para dormir. É preferível um porão. Um lugar embaixo da terra, onde não exista risco de que num acidente qualquer os raios do sol venham a penetrar no aposento. Alguns apenas cobrem suas janelas com algo que impeça a passagem da luz. Os mais antigos ainda dormem em caixões, ataúdes, ou sarcófagos. Os mais jovens já não se separam do confortável espaço de uma cama. De uma forma ou de outra, o importante é que, de maneira alguma, o vento solar toque nossa pele, que provavelmente entraria em combustão espontânea. Com o passar do tempo, um vampiro aprende que NUNCA, JAMAIS, SE DEVE CONFIAR EM NUNGUÉM. Nem mesmo em seu melhor amigo. Ninguém pode saber onde passamos nossos dias. Os que sabem, como vizinhos e pessoas que nos vêem entrar em casa, não devem nos conhecer. Nunca nos aproximamos de nossos vizinhos porque costumam ser bastante curiosos. Deve haver apenas uma única cópia da chave do refúgio, e ela deve ficar com seu dono, porque é a única garantia de que tudo estará lá quando necessário. E sua segurança deve ser extrema. Trancas poderosas provam-se úteis nos momentos mais inesperados. E muito comum também, é o uso de trancas inteligentes, como as antigas alavancas de estante ou as modernas trancas de senha, que apenas o proprietário sabe como abrir.





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Uma pequena definição comum para "vampiros"

A definição comum para "vampiros" que encontramos em dicionários é de um cadáver reavivado que levanta do túmulo para sugar o sangue dos vivos. Essa definição de um modo geral se adapta ao Conde Drácula, o mais famoso dos vampiros, mas essa definição de modo algum se encaixa em todos os tipos de vampiros. Nem todo vampiro é um corpo ressuscitado, inúmeros deles são espíritos emoníacos desencarnados. Os vampiros também podem aparecer como espírito encarnado de um morto que retém uma existência substancial. Da mesma forma os vampiros, às ezes, emergem como uma espécie de vida inteligente, que possivelmente é produto de uma mutação genética, ou ainda seres humanos normais que tem o incomum hábito de se alimentar de sangue ou um poder psíquico extraordinário, como "drenar" as pessoas emocionalmente. O vampiro sendo ou não, uma alma utilizando um corpo morto, que não se decompõe, seus pensamentos refletem sobre seu espírito, só que de uma maneira diferente, já que quando seu corpo deixou de viver junto com a vida levou embora muitos pensamentos e sentimentos. Mas por que sendo tão poderosos, os vampiros não dominam o mundo? Nós não possuímos essa ambição como os mortais, a única coisa que desejamos dos humanos é escondermos, pois só queremos continuar a vida do jeito que está sem mudanças, afinal nosso destino é vagar alimentando, fingindo que não vivemos na situação na qual nos encontramos.. Mesmo assim nos paira um sentimento, um sentimento um tanto estranho para quem é imortal. Esse sentimento é o amor...Nós conseguimos amar algo, na maioria das vezes um ser humano, nossa paixão é sempre devido a beleza ou uma grande paixão pela vida. Mas costumamos negar esse sentimento e fugimos do ser amado, talvez por medo que o amor tomasse conta de nós vampiros, viveríamos apenas em função da paixão.



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Quiromancia

Quiromancia é a arte de ler as mãos. É uma Crença que julga que através da quiromancia, ou seja, da leitura das mãos, é possível descobrir o passado e o futuro, as tendências e as potencialidades do indivíduo, além de prever problemas de vários gêneros, tendo assim o reconhecimento para poder mudar e evitar tais problemas. As linhas da mão mudam, então quem determinará as mudanças ou não é o indivíduo.

A quiromancia( do grego cheiro, "mão", e mancia, " profecia") é um método complexo de adivinhação e de interpretação de sinais baseados nas linhas da palma da mão e no seu formato, tamanho e textura. Esse sistema de adivinhação deve ter se originado na Índia há pelo menos cinco mil anos. Era praticado na China, no Tibete, na Pérsia, na Mesopotâmia e no Egito. As lendas nos contam que o filósofo grego Aristóteles, que dizia que a mão é o " principal órgão" do corpo, ensinou quiromancia a seu mais famoso pupilo, Alexandre o Grande. Dizem que também Júlio César acreditava ter tanta habilidade para decifrar palmas da mão que julgava seus homens pela aparência de suas mãos.



Princípios básicos da leitura de mão

As principais linhas da mão são:

1. A LINHA DA VIDA: Ao contrário da crença popular, essa linha não indica quanto tempo uma pessoa vai viver. Na verdade, ela dá uma ideia geral da qualidade de vida e da vitalidade dessa pessoa. Uma curva acentuada para baixo, mesmo em uma linha curta, indica força física. Já uma linha relativamente reta sugere pouca resistência. Situa-se perto do polegar, perto da linha da cabeça.

2.LINHA DA CABEÇA: Mostra a capacidade intelectual da pessoa. Ele revela a criatividade latente, o poder de concentração e a capacidade de resolver problemas. Quanto maior a linha, maior a capacidade de concentração. Situa-se no meio da palma da mão, quase reta.

3.A LINHA DO CORAÇÃO: Essa linha é a chave para se entender as emoções. Ele revela a maneira como o indivíduo interage com os outros e suas expectativas em relação ao amor e a relacionamentos.Linha horizontal mais próxima dos quatro dedos da mão.


Esquerda ou direita?

A mão que você mais usa é chamada de principal ou superior. Ela indica os eventos futuros bem como o seu exterior. A outra mão é denominada secundária ou inferior. Ela mostra seu potencial bem como o seu interior. Pessoas destras tendem a ser mais lógicas, pois a mão direita está conectada com a região lógica, lado esquerdo do cérebro. Pessoas canhotas tendem a ser mais criativas, pois a mão esquerda está conectada com a região intuitiva, lado direito do cérebro.


Ciência e críticos

Houve pouca aceitação de pesquisas amplas para a verificação da exatidão da quiromancia como um sistema de análise. Muita análise foi empreendida pelos próprios leitores.[1]Nenhuma informação conclusiva foi usada para suportar as alegações realizadas por leitores, e na verdade, há muitas evidências inválidas contra validação científica da quiromancia, da mesma forma que a favor.





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14 de outubro de 2010

A besta do Apocalipse

O principal agente do diabo em sua perseguição da igreja era uma besta selvagem que emergiu do mar (Apocalipse 13:1-10). Ela representava um rei (17:9-11). A evidência do Apocalipse é que a besta não estava no futuro remoto (17:7-11) e teria somente uma curta carreira (13:5). Com a estrutura de tempo na qual devemos procurar aplicações históricas estabelecidas (veja Andando na Verdade, Ano 1, Número 2, 23-25), poderia eu apontar algumas interessantes coincidências entre o Apocalipse e a História do primeiro século d.C. sem parecer muito dogmático?


Golpe de morte na besta

A besta tinha sete cabeças (13:1); uma "como golpeada de morte", mas "essa ferida mortal foi curada" e o mundo ficou maravilhado (13:3). Esta descrição é, com toda possibilidade, uma alusão aos acontecimentos de 69 d.C., o "Ano dos Quatro Imperadores". A má administração dos últimos anos de Nero tinha gerado revolta e o suicídio dele em 68 d.C. foi seguido por guerra civil. Quatro diferentes imperadores reivindicaram o trono em 69 d.C. O império foi sacudido até os seus alicerces. A ordem foi, contudo, restabelecida sob Vespasiano. O golpe de morte foi curado e o mundo se maravilhou.

A lenda de Nero

"A besta", foi dito a João, "era e não é, está para emergir do abismo... era e não é, mas aparecerá" (17:8). As sete cabeças são sete reis: "...dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou". A própria besta é o oitavo rei e "procede dos sete" (10-11). Tenho considerável confiança em que esta descrição se relaciona de algum modo com a assim chamada "lenda de Nero".

Depois do suicídio de Hitler circulou o boato que ele ainda estava vivo, talvez escondido em algum lugar da América do Sul, planejando uma segunda tentativa. Rumores semelhantes seguiram a morte de Nero. Alguns não queriam crer que ele estava morto. Supunha-se que estivesse escondido, para voltar logo e reclamar o trono. Apareceram pretendentes, declarando serem Nero, e reuniram seguidores. Esta "lenda de Nero" é documentada pelos historiadores romanos do primeiro século Tácito e Suetônio.

Em 69 d.C., escreveu Tácito, "quatro imperadores pereceram violentamente. Houve guerras civis, ... e graças às atividades de um charlatão mascarado de Nero, até a Partia esteve na beira de declarar guerra" (Histórias, i. 2; Edição Penguin, brochura, pág. 21 e seguintes).
Por este tempo a Acaia e a Ásia estavam abaladas por um alarme falso. Circulou o boato que Nero estava a caminho para lá. Tinha havido histórias conflitantes sobre sua morte, e numerosas pessoas imaginavam -- e acreditavam -- que ele estivesse vivo... Nesta ocasião o homem envolvido era um escravo do Ponto, ou, de acordo com outros relatos, um liberto da Itália. A circunstância de ser ele era um harpista e cantor por profissão, quando somada com uma semelhança facial, a impostura muito plausível (Tácito, Histórias, ii. 8f., Penguin, brochura, pág. 85 e seguintes).
Depois da morte de Nero, escreveu Suetônio sobre seus amigos: "...até continuaram a circular seus éditos, fingindo que ele ainda estava vivo e logo voltaria para confundir seus inimigos... Vinte anos mais tarde, quando eu era um jovem, um indivíduo misterioso apareceu declarando ser Nero; e tão mágico foi o som de seu nome aos ouvidos dos partas que eles o apoiaram com o melhor de 61sua capacidade, e estiveram muito relutantes em aceder às exigências de Roma de sua extradição (Nero, 57, em Os Doze Césares; Penguin, pág. 240 e seguintes).

João, naturalmente, não creu numa tal fábula. Mas parece que ele fez uso dela, pois continha um elemento de verdade. Um monstro perseguidor como Nero estava no horizonte. Não o próprio Nero, mas um segundo Nero apareceria, outro rei em quem o espírito e o caráter de Nero seria revivido. Ele seria um oitavo rei, mas "dos sete", um segundo Nero, possivelmente Domiciano.

Número da besta

"Apocalipse 13:17 e seguintes e 15:2, se referem a numerologia, que era muito familiar às pessoas dos tempos antigos. De acordo com ela, desde que cada letra grega tenha um valor numérico, um nome poderia ser substituído por um número representando o total dos valores numéricos das letras formando o nome" (Arndt & Gingrich, Lexicon, 106). Um sujeito apaixonado rabiscou numa parede da antiga Pompéia uma sentença grega que se traduz, "Eu amo aquela cujo número é 545" (Adolf Deissman, Luz do Oriente Antigo, 277).

À luz da alusão evidente a Nero discutida acima, talvez possamos considerar a solução para este enigma dado no Lexicon, 669, Grimm-Thayer. O número 666 é chamado "um número místico cujo significado é claro quando está escrito em letras hebraicas ... 'Nero César'".

Data do Apocalipse

O debate sobre a data do Apocalipse continuará. Mas o próprio livro não exige uma data entre os perseguidores, um passado e um futuro, ao invés de uma data durante o reinado de qualquer deles? E não deveria esta evidência interna ter precedência sobre qualquer testemunho externo?



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3 de outubro de 2010

Babilônia

Babilônia (português brasileiro) ou Babilónia (português europeu) foi a capital da antigaSuméria e Acádia, no sul da Mesopotâmia (hoje no moderno Iraque, localiza-se a aproximadamente 80 km ao sul de Bagdá). O nome (Babil ou Babilu em babilônico) significa "Porta de Deus", mas os judeus afirmam que vem do Hebraico Antigo Babel ( בבל ), que significa "confusão". Essa palavra semítica é uma tradução do sumérioKadmirra.


História


O Império da Babilónia, que teve um papel significativo na história da Mesopotâmia, foi provavelmente fundado em 1950a.C. O povo babilônico era muito avançado para a sua época, demonstrando grandes conhecimentos em arquitetura, agricultura, astronomia edireito. Iniciou sua era de império sob o amorita Hamurabi, por volta de 1730 a.C., e manteve-se assim por pouco mais de mil anos. Hamurabi foi o primeiro rei conhecido a codificar leis, utilizando no caso, a escrita cuneiforme, escrevendo suas leis em tábuas de barro cozido, o que preservou muitos destes textos até ao presente. Daí, descobriu-se que a cultura babilônica influenciou em muitos aspectos a cultura moderna, como a divisão do dia em 24 horas, da hora em 60 minutos e daí por diante.

Detalhe da Porta de Ishtar.

De entre os seus soberanos, o mais famoso foi Hamurabi (1792 a 1750 a.C.). O mais antigo e completo código de leis que a história registra foi de realização sua. Hamurabi também nomeou governadores, unificou a língua, a religião e fundiu todos os mitos populares em um único livro: a Epopéia de Marduk - que era lido em todas as festas de seu reino. Também cercou sua capital, fortificando-a. Ele criou o Código de Hamurabi, cujas leis, em resumo, seguem um mesmo príncipio: Dente por dente, olho por olho. Veja algumas leis:

  • 218-Se um médico fizer uma larga incisão com uma faca de operações e matar o paciente, suas mãos deverão ser cortadas;
  • 219-Se um médico fizer uma larga incisão no escravo de um homem livre, e matá-lo, ele deverá substituir o escravo por outro;
  • 221-Se um médico fizer curar um osso quebrado melável do corpo humano, o paciente deverá pagar ao médico cinco shekels;
  • 229-Se um construtor construir uma casa para outrem, e não fizer a casa bem feita, e se a casa cair e matar seu dono, então o construtor será condenado à morte;
  • 230-Se morrer o filho do dono da casa, o filho do construtor deverá ser condenado à morte;

A expansão do Império se iniciou por volta de 1800 a.C., logo, o rei Hamurabi unificou toda a região que ia da Assíria (no norte), à Caldéia(no sul). A partir dessa unificação, surgiu o Primeiro Império Babilônico.



A Queda


Teve início com o declínio do império de Sargão I. Era a capital dos amoritas (semitas, vindos do deserto da Arábia), que até então, era uma pequena cidade do Eufrates. Graças ao enfraquecimento dos Acadianos e posteriormente dos Sumérios, a Babilônia cresceu e evoluiu, tornando-se então, um império e um cobiçado centro comercial.

O poder cai nas mãos dos cruéis assírios, que formavam um poderoso império que se iniciou em 1200 a.C., até 612 a.C. quandoNabopolasar (da Babilônia), aliado aos Medos (povo que vivia no planalto iraniano), atacou Nínive, capital do Império Assírio, retomando o poder para a Babilônia, e se iniciando assim o Segundo Império Babilônico (ou Caldeu), que se tornou a mais notável cidade do Oriente.

Os arameus, assírios e os caldeus lutaram durante séculos pelo controle da Babilônia. O Rei assírio Assurbanípal venceu a luta em 648 a.C., e foi sucedido por Nabucodonosor II.

Sítio arqueológico da cidade histórica da Babilônia.