"Tu que és apenasuma ferida na paredeum arranhão na fronteque induz suavementeà morte.Tu ajudas os fracosmelhor que os cristãostu vens das estrelase odeias esta terraonde moribundos descalçosdão a mão dia após diaprocurando entre a merdaa razão da sua vida:já que nasci do excrementoamo-tee amo pousar sobre as tuasmãos delicadas as minhas fezesO teu símbolo era o cervoe o meu a luaque a chuva caia sobreas nossas facesunindo-nos num abraçosilencioso e cruel em quecomo o suicídio. sonhosem anjos nem mulheresdespojado de tudosalvo do teu nomedos teus beijos no meu ânuse das tuas carícias na minha cabeça calvaespargiremos com vinho, urina esangue as igrejasdádiva dos magose debaixo do crucifixouivaremos".
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