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21 de setembro de 2010

Influências do xintoísmo

A tradição religiosa do xintoísmo é anterior ao budismo, que posteriormente foi introduzido no Japão no século VI. O contato entre as duas religiões modificou ambas. Os budistas adotaram divindades xintoístas, e estes, que consideravam seus deuses espíritos invisíveis e sem formas precisas, aprenderam com o budismo a erigir imagens e templos votivos. Proclamou-se inclusive que as duas religiões eram manifestações diferentes da mesma verdade, o que originou uma tendência sincretista. Ambas religiões representam a religiosidade japonesa e os japoneses chegam a praticar os ritos de ambas tradições de acordo com a natureza da ocasião (por exemplo, preferem rituais xintoístas para rituais de nascimento e casamento e rituais budistas em eventos fúnebres).

Algumas das novas religiões japonesas tem forte influência xintoísta.

O xintoísmo não pretende converter, por isso sua expansão fora das ilhas japonesas limitou-se geralmente a descendentes de japoneses.




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apocalipse 6 - O Cordeiro Abre os Selos (Estudo Textual: Apocalipse 6:1-7)

A hora de abrir o livro tinha chegado. Imagine-se sentado na platéia de um teatro. Quando se descerra a cortina, o Cordeiro abre os primeiros quatro selos e quatro cavalos galopam através do palco. Cada um é de uma cor diferente e tem uma missão diferente. O quinto selo revela as almas dos mártires em baixo do altar clamando por vingança contra aqueles que derramaram seu sangue. Quando o sexto selo foi aberto, houve um terremoto e catástrofes horríveis; os homens estavam tomados de pânico.


Interpretação:

Quatro cavalos. O livro de Apocalipse utiliza freqüentemente sinais do Velho Testamento. Em Zacarias 1 e 6, cavalos coloridos simbolizam forças de reconhe-cimento de Deus e suas armas de punição. É razoável entender os cavalos de Apoca-lipse do mesmo modo. Eles pertencem ao Senhor e através deles ele observa a situa-ção do mundo e exerce sua ira. O cavalo branco é o cavalo conquistador de Deus; o vermelho é o cavalo de guerra do Senhor. O preto traz fome sobre a terra e o cavalo cinza traz a morte. O julgamento que os cavalos executaram não foi total. O cavalo cinza matou um quarto do povo. A fome trazida pelo cavalo preto danificou somente o trigo, porém nem o óleo, nem o vinho (numa seca limitada, os grãos, de raiz mais rasa, serão atacados antes das vinhas e das oliveiras).

Almas sob o altar. Quando eram feitos sacrifícios no Velho Testamento, o sangue (representando a vida ou a alma Levítico 17) do animal era derramado na base do altar. Semelhantemente, a vida ou o sangue dos cristãos que tinham sido sacrificados pelos perseguidores estava na base do altar celestial de Deus, clamando a Deus por vingança contra os inimigos e para que fosse vitorioso sobre a perse-guição feroz. O sangue injustamente derra-mado clama por justiça (veja Gênesis 4:10). Este apelo dos mártires forma o tema central do livro inteiro. O livro de Apocalipse revela Deus castigando os perseguidores e vingando os cristãos.

Eventos cataclísmicos. O sexto selo revela o começo do julgamento de Deus contra os perseguidores dos cristãos. Soa como se fosse o fim do mundo. Mas não pode ser, ainda há 16 capítulos restantes em Apocalipse. De fato, esta linguagem foi usada freqüentemente pelos profetas do Velho Testamento de um modo tocante para simbolizar a queda de uma nação ou uma cidade (veja, por exemplo, Isaías 13:9-13; 34:4-5; Ezequiel 32:7-8). Estes símbolos indicaram o começo do trans-bordamento da ira de Deus contra aqueles que haviam assassinado os cristãos.


Sugestões para aplicações:


Aqui estão três lições importantes:

  1. Deus está no comando de tudo. Ainda que seus cavalos sejam invisíveis, ele executa seus planos por meio deles, como lhe agrada.
  2. Deus corrigirá os agravos que os cristãos sofrem. Ainda que o horário de Deus não seja nosso, no fim ele fará sua causa prevalecer.
  3. A ira de Deus é feroz e inescapável. Leia 6:15-17 de novo e observe o terror daqueles que estão enfrentando a fúria de Deus.



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Dispensacionalismo

O dispensacionalismo é uma doutrina teológica e escatológica cristã que afirma que a segunda vinda de Jesus Cristo será um acontecimento no mundo físico, envolvendo o arrebatamento e um período de sete anos de tribulação, após o qual ocorrerá a batalha do Armagedon e o estabelecimento do reino de Deus na Terra.

A palavra "dispensação" deriva-se de um termo latino que significa "administração" ou "gerência", e se refere ao método divino de lidar com a humanidade e de administrar a verdade em diferentes períodos de tempo.


Doutrina


Inicialmente elaborada por John Nelson Darby a partir das visões da adolescente Margaret McDonald, o dispensacionalismo é um sistema teológico que apresenta duas distinções básicas: (1) Uma interpretação consistentemente literal das Escrituras, em particular da profecia bíblica, vista em várias séries de "dispensações" de Deus na história ea (2) A distinção entre Israel e a Igreja no programa de Deus.

A teologia dispensacionalista acredita que há dois povos distintos de Deus: Israel e a Igreja. Os dispensacionalistas acreditam que a salvação foi sempre pela fé (Em Deus no Velho Testamento; especificamente em Deus o Filho no Novo Testamento). Os dispensacionalistas afirmam que a Igreja não substituiu Israel no programa de Deus e que as promessas do Velho Testamento a Israel não foram transferidas para a Igreja. Eles crêem que as promessas que Deus fez a Israel no Velho Testamento serão cumpridas no período de 1000 anos de que fala Apocalipse 20. Eles crêem que da mesma forma que Deus concentra sua atenção na igreja nesta era, Ele novamente, no futuro, concentrará Sua atenção em Israel (Romanos 9-11).

Usando como base este sistema, os dispensacionalistas entendem que a Bíblia seja organizada em sete dispensações: Inocência (Gênesis 1:1- 3-7), Consciência (Gênesis 3:8- 8:22), Governo Humano (Gênesis 9:1 – 11:32), Promessa (Gênesis 12:1 – Êxodo 19:25), Lei (Êxodo 20:1 – Atos 2:4), Graça (Atos 2:4 – Apocalipse 20:3) e o Reino Milenar (Apocalipse 20:4 – 20:6). Mais uma vez, estas dispensações não são caminhos para a salvação, mas maneiras pelas quais Deus interage com o homem. O Dispensacionalismo, como um sistema, resulta em uma interpretação pré-milenar da Segunda Vinda de Cristo, e geralmente uma interpretação pré-tribulacional do Arrebatamento.



Dispensações


Os dispensacionalistas acreditam que há uma série de dispensações cronológicamente sucessivas, mas variam nas ordens desses eventos.

Ordem dos capítulos
EsquemasGênesis 1-3Gênesis 3-8Gênesis 9-11Gênesis 12
a Êxodo 19
Êxodo 20 a
Atos 1
Atos 2 a
Apocalipse 20
Apocalipse 20:4-6Apocalipse 20-22
7 ou 8 esquema de
dispensação
Inocência
ou Edênico
Consciência
ou Antediluviano
Governo CivilPatriarcal
ou Promessa
Mosaico
ou Lei
Graça
ou Igreja
Reino MilenalEstado Eterno
ou Final
4 esquema de
dispensação
PatriarcalMosaicoEclesialSionista
3 esquema de
dispensação
(minimalista)
LeiGraçaReino

Das sete dispensações, cinco já foram concluídas: inocência consciência, governo humano, patriarcal e lei, e estamos vivendo a dispensação da graça que dará lugar a milenial. O que é necessário percebermos é que Deus tendo dividido a história da humanidade em dispensações deu para cada uma delas um propósito ou missão e todas elas deveriam ter um inicio e um fim, portanto esta era atual, ou este período de tempo chamado graça em que vivemos terá um fim, o que marcará este fim? Dois grandes eventos marcarão o fim, o arrebatamento da igreja e a volta visível de Jesus para inaugurar o milênio.

A teologia do concerto (ou teologia pactual) é uma alternativa calvinsta às interpretações dispensacinalistas.

O Mormonismo crê em um modelo diferente de Dispensações. Dispensação, segundo o Mormonismo é o espaço de tempo no qual há pelo menos um servo de Deus autorizado, que possui o Santo Sacerdócio e a missão de levar o evangelho ao habitantes da Terra. Existiram 8 dispensações ao longo da história, cada uma encabeçada por um profeta - Adão, o primeiro homem; Enoque, que liderou a cidade de Sião; Noé, que preservou a humanidade no Dilúvio; Abraão, que preservou o Monoteísmo na Antiguidade; Moisés, que instituiu a Lei (lei Mosaica); Jesus Cristo (Dispensação do Meridiano dos Tempos); e mais duas dispensações nas Américas, uma entre o povo Nefita e outra entre os Jareditas. Depois de Cristo veio a Grande Apostasia (ou Apostasia Universal), encerrada no Século XIX, com Joseph Smith, inicando a Dispensação da Plenitude dos Tempos, ou os Últimos Dias, que precedem a Segunda Vinda e o Milênio.




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19 de setembro de 2010

Número da Besta

Número da Besta, Marca da Besta, 666, seiscentos e sessenta e seis ou ainda meia-meia-meia, é, de acordo com a tradição cristã, um número correspondente ao sinal da Besta.

Os manuscritos gregos (na realidade cópias de um protótipo que, ainda que outros discutem a originalidade, foi escrito em Hebraico) não escrevem a frase literalmente como seis-seis-seis (três palavras gregas para seis em uma série — εξ εξ εξ) mas como χξϛ´ (ele é 666 em forma numérica grega) ou algumas vezes seiscentos e sessenta e seis (grego: ἑξακόσιοι ἑξήκοντα ἕξ)

O texto grego de Codex Alexandrinus do Novo testamento recita:

Ὧδε ἡ σοφία ἐστίν• ὁ ἔχων νοῦν ψηφισάτω τὸν ἀριθμὸν τοῦ θηρίου, ἀριθμὸς γὰρ ἀνθρώπου ἐστίν• καὶ ὁ ἀριθμὸς αὐτοῦ ἑξακόσιοι ἑξήκοντα ἕξ.

Hōde hē sophia estin; ho echōn noun psēphisatō ton arithmon tou thēriou, arithmos gar anthrōpou estin; kai ho arithmos autouhexakosioi hexēkonta hex.

Na Vulgata, ou Bíblia latina

Hic sapientia est. Qui habet intellectum, computet numerum bestiae. Numerus enfim hominis est, et numerus eius est sescenti sexaginta sex.


Origem


A origem da profecia está associada ao trecho das Escrituras Sagradas Judaico-Cristã (o termo Judaico-Cristão é apropriado para caracterizar o conjunto de livros composto pelo Velho Testamento e Novo Testamento; a Bíblia Sagrada dos Cristãos), mais precisamente no Livro de Apocalipse (Livro de Revelações escrito por João Evangelista), no capítulo 13. O livro de Apocalipse trata de revelações dadas pelo Deus Bíblico, relatando acontecimentos. proféticos de um determinado período do tempo da história, a saber, o último período da contagem dos dias antes do fim dos tempos. Sua essência foi usada como fonte de superstições no decorrer da história.

A associação do tipo de marca tratado em Apocalipse 13 faz ênfase ao costume comum de se marcar aquilo que lhe é de propriedade. Emblemas feitos a ferro e aquecidos ao fogo são usados para marcar e identificar animais de porte econômico como gados, cavalos, etc. Uma associação provável do uso de marcas em homens está relacionada à téssera, sinal marcado sobre os escravos romanos. Deste modo, o autor do Apocalipse estaria associando o uso de um sinal aparente, a marca da Besta, a um controle de escravização do homem, através de um sistema social, político, econômico e religioso (Apocalipse 13:16-17).


A Besta


Durante o decorrer da história, pessoas, organizações e mercadorias acabaram por receber o atributo de serem manifestações da Besta por possuírem um perfil apologético, não só em relação ao número referenciado, mas também por terem um perfil com índole maquiavélica, soberba e profana, segundo referências em costumes de cunho cristão. Um exemplo é dado pelos estudiosos que editaram uma versão da Bíblia chamada "Bíblia de Jerusalém" (ISBN 85-349-2000-1), que atribuem a Nero o Número da Besta a que se refere João em Apocalipse, já que em grego e em hebraico eram atribuidos valores numérico às letras segundo o lugar que elas ocupavam no alfabeto, coincidindo a quantificação do nome de Nero (César-Neron) com o número; e, juntando o fato de que os cristãos, na época em que foi escrito o Apocalipse, viriam a sofrer sangrentas perseguições por parte de Roma e do Império romano. Tal conclusão, porém, não representa o entendimento unânime entre as Igrejas Cristãs, que entendem que o conteúdo tratado por João Evangelista são de acontecimentos futuros (PROFECIAS) à época da transcrição do Apocalipse.

Segundo estudiosos, a menção bíblica faz referência a duas bestas: a Besta que sobe do mar (versículo 13:1a) e a Besta que sobe da terra (versículo 13:11a), dando êfase à duas atividades distintas de uma mesma manifestação proposital. Um monstro com várias cabeças, adornada com chifres e diademas, que se ergueria no cenário profético impactando aqueles que se deparam com tal profecia.

Como dito, há diversas interpretações para as duas bestas. Estudiosos protestantes e historicistas (que concedem ao Apocalipse um cunho histórico, ou seja, de cumprimento iniciado assim que o livro fora publicado e continuado ao longo de toda a história até a volta de Cristo) interpretam a besta do mar como a Roma Papal e a da Terra com os Estados Unidos da América. Tal interpretação baseia-se em argumentos preconceituosos, ja que não se é possível determinar se o Apostolo João estava referindo-se a tais organizações que nao existiam na época.


Outros intépretes, os futuristas, acreditam que todas as profecias tem cumprimento futuro, em um período imediatamente anterior à Segunda Vinda de Cristo à Terra.



Superstições aos números


Os números 13 e 666 retêm um significado peculiar na cultura e psicologia das sociedades ocidentais. É perceptível como muitos tentam evitar os supostos números de "azar" 13 e 666; e as fobias a esses números são chamadas de "triscaidecafobia" e "hexacosioihexecontahexafobia", respectivamente. Por exemplo, quando a gigantesca fábrica de CPU Intelintroduziu o Pentium III 666 MHz em 1999, eles escolheram para o mercado o Pentium III 667 com o pretexto de que a velocidade 666,666 MHz teria mais específicamente proximidade ao inteiro 667 do que o inteiro 666 MHz. Curiosamente, também, da mesma forma a empresa desenvolvedora de softwares Corel, ao lançar o que seria a versão 13 do seu conjunto de ferramentas para editorações gráficas, os lançou batizando-os de CorelDraw Graphics Suite X3, que é a versão 13 e posterior a versão 12, caracterizando assim sua superstição ao número.



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As sete igrejas do Apocalipse

As Sete Congregações de Revelação, também conhecidas como as Sete Congregações da Ásia Menor, são as Congregações das cidades mais importantes desta região no início do cristianismo, mencionadas no livro do Apocalipse, noNovo Testamento. Atualmente, todas as ruínas destas antigas cidades encontram-se na Turquia. Na Revelação, Jesus Cristoinstrui o apóstolo João da seguinte forma:

«...O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas: a Éfeso, a Esmirna, a Pérgamo, a Tiatira, a Sardes, a Filadélfia e a Laodicéia.» (Apocalipse 1:11)[1]

Podemos entender o termo "Congregações", neste contexto, como as comunidades cristãs que viviam nestas cidades e não necessariamente Congregações no sentido de templos, prédios ou construções, as quais foram construídas posteriormente para serem locais de reunião e culto.

Existem algumas interpretações que sugerem que essas 7 igrejas representem, num sentido mais amplo, os povos cristãos dos 7 continentes políticos da atualidade, ou ainda, que representem as 7 principais vertentes das denominações cristãs que estão difundidas hoje, as quais Deus descreve as obras de cada "igreja" por intermédio dos seus "anjos" divulgadores do evangelho ao longo dos tempos, reforçando assim o caráter global da mensagem e a sua inserção no contexto da era moderna.


As sete igrejas citadas são:


Citação


Das sete igrejas em Apocalipse, temos:


Eféso


Seu nome significa desejavél, sua localização era um ponto importante tanto militar como comercial. Éfeso era a maior cidade da costa oeste da Ásia Menor. Como um centro de comércio marítimo e rodoviário da região, Éfeso era uma próspera comunidade urbana. No final do primeiro século D.C. era a quarta maior cidade do Império Romano. Os romanos fizeram de Éfeso o centro administrativo da província da Ásia. O governador e outros oficiais de Roma entravam na província através do porto e conduziam muitos dos seus negócios na cidade. Renomados santuários religiosos, como o espaçoso teatro, e elegantes prédios públicos deram a Éfeso uma lugar integral na vida cultural de toda região. Na metade do primeiro século D.C., Paulo trabalhou em Éfeso por diversos anos. A primeira delas, precisava se arrepender, pois havia perdido o primeiro amor. Esse primeiro amor é um amor ardente. É este amor que Deus deseja. Amar a Deus não é fácil, precisamos aprender a amar a Deus. Ele nos ensina a amá-lo. Só quem o ama pode alimentar-se da árvore da vida. Por isso é necessário ganharmos a experiência da segunda igreja, Esmirna.


Esmirna


Esmirna era a principal cidade que disputava com Éfeso e Pérgamo a fama de ser chamada de maior cidade da Ásia. Ruas e edifícios se estendiam através do litoral que circundava as montanhas. Fontes emanavam com águas do aqueduto da cidade. Um teatro ficava numa das áreas mais altas da cidade e de lá se contemplava a parte mais baixa da cidade. Esmirna reivindica o título de berço do poeta Homero e construiu um relicário em sua honra. Uma biblioteca, ginásios, termas e um estádio contribuíam para a vida cultural de Esmirna. A cidade atraiu oradores, como Apolônio de Tyana no primeiro século, e outros renomados, no segundo século. Provação. Quando estamos em sofrimento, daí é que nós nos voltamos ao Senhor, valorizamos as reuniões, os grupos familiares, e até pedindo a oração dos irmãos, mas quando o sofrimento passa a nossa tendência é nos afastarmos de Deus e nos unirmos ao mundo. Porém essa igreja em nada tem sido reprovada por Deus. É a igreja a qual Deus aprova por todas as suas obras, pela sua fé e persistência.


Pérgamo


Pérgamo foi a maior cidade no oeste da Ásia Menor nos tempos do Novo Testamento. Está situada em um espaçoso vale, a 26 quilômetros do mar Egeu, naquilo que é hoje a Turquia. Séculos antes de Cristo, Pérgamo foi uma capital independente do império. Seus templos impressionantes, biblioteca e recursos médicos fizeram de Pérgamo um renomado centro cultural e político. No tempo em que o Apocalipse estava sendo escrito, Pérgamo tornou-se parte do império Romano, mas por causa da localização e importância, os Romanos usaram-na como centro administrativo da província da Ásia (Casamento com o mundo) e o resultado disso é nos tornarmos idólatras (Tiatira).


Tiatira


Tiatira era um centro comercial na Ásia Menor (moderna Turquia). Estava localizada num fértil vale no qual passavam rotas de comércio. Embora destruída por um terremoto durante o reino de César Augusto (27 a.C.-d.C. 14), Tiatira foi reconstruída com a ajuda Romana. Produtos têxteis eram os mais importantes em Tiatira . Uma das comerciantes de roupas da cidade era uma mulher chamada Lídia, que conduzia negócios em lugares distantes como Filipos. Igreja ativa nos trabalhos sociais, caridosa (amorosa), consistente na fé e na paciência, porém toleravam a idolatria e a prostituição a outros deuses, ato abominado por Deus, sendo essas atitudes semelhantes a atitude de Jezabel, uma mulher citada no Antigo Testamento que é aplicada apenas como referência para os cristãos em Tiatira, pois ela foi morta desde os dias de Elias. Seendo Jezabel apenas um adjetivo. Deus queria que a igreja se tornasse intolerante a esse tipo de atitude.

Sardes


Sardes foi uma das cidades legendárias da Ásia Menor, onde hoje é a Turquia. No sétimo século a.C., Sardes foi a capital da Lídia. Ouro foi encontrado no rio próximo de Sardes e reis que moravam lá foram renomados por sua riqueza. Os persas capturaram Sardes no sexto século e fizeram dela um centro administrativo para a parte oeste do seu império. A famosa "estrada real" conectava Sardes com outras cidades do leste. Nos tempos do Novo Testamento, Sardes foi parte da província Romana da Ásia. Porém Deus não desiste pois tem um propósito: ter uma expressão de seu reino na terra, e por meio de sua luz separa aqueles que receberam a verdade e dá início então à sua restauração. Mas por essas verdades não serem praticadas, cessou-se então a obra de restauração e deu-se início as divisões, e a divisão não é uma obra do Espírito Santo de Deus. A obra do Espírito Santo consiste na unidade do Corpo de Cristo que está relacionada à Igreja em Filadélfia.


Filadélfia


Filadélfia fica num vale aos pés de um platô montanhoso. A parte de baixo e escura, no centro da imagem, mostra a área da antiga cidade. Os reis de Pérgamo fundaram Filadélfia como um posto avançado do seu Reino no segundo século a.C. A cidade estava localizada ao longo de uma importante estrada de viagem que ligava Pérgamo ao norte com Laodicéia ao sul. Nos tempos do novo testamento, Filadélfia fazia parte da província Romana da Ásia. A cidade foi devastada por um terremoto em 17 d.C. e por um tempo as pessoas viveram com medo de tremores. Filadélfia foi reconstruída com ajuda do imperador Tibério. (Amor de uns para com os outros). Filadélfia não tem como sustentação o ensinamento de homens. O que dá sustentação à igreja é o nome de Deus e sua Palavra. É o que precisamos conservar para que ninguém tome a nossa coroa, essa igreja tem pouca força mas possue uma porta aberta que ninguém pode fechar.

Laodicéia


Laodicéia fica no principal cruzamento de estradas dos vales da Ásia Menor, no que é hoje a Turquia. A cidade estava situada numa montanha que dava para um vale fértil e majestosas montanhas. Nos tempos romanos, a cidade era um importante centro de administração e comércio. As questões de justiça da região eram ouvidas em Laodicéia e fundos eram depositados nos bancos da cidade para segurança. Embora danificada por terremotos durante o reino de Augusto (27 a.C. - 14 d.C.) e novamente em 60 d.C, a cidade continuou reconstruindo e prosperando. Por fim temos uma advertência: se perdermos a simplicidade com relação ao Nome e à Palavra, poderemos cair na condição de Laodicéia, que se achava rica e abastada, pois o Senhor precisa bater para entrar novamente, por estar com a porta fechada.

Entre essas sete igrejas, cinco delas o Senhor adverte para que se arrependam de sua condição, mas Esmirna e Filadélfia não possuem tal advertência pois são igrejas que se arrependem.



Referências


Segundo a Tradução Brasileira da Bíblia





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o que seguinifica a palavra apocalipse ?

O livro do Apocalipse (chamado também Apocalipse de São João, é um livro da Bíblia — o livro sagrado do cristianismo — e o último da seleção do Cânon bíblico.

A palavra apocalipse, do grego αποκάλυψις (termo primeiramente usado por F. Lücke) (1832) significa, em grego, "Revelação". Um "apocalipse", na terminologia do judaísmo e do cristianismo, é a revelação divina de coisas que até então permaneciam secretas a um profeta escolhido por Deus. Por extensão, passou-se a designar de "apocalipse" aos relatos escritos dessas revelações.

Devido ao fato de, na maioria das bíblias em língua portuguesa se usar o título Apocalipse e não Revelação, até o significado da palavra ficou obscuro, sendo às vezes usado como sinônimo (errôneo) de "fim do mundo".

Para os cristãos, o livro possui a previsão dos últimos acontecimentos antes, durante e após o retorno do Messias de Deus. Alguns Protestantes e Católicos entendem que os acontecimentos previstos no livro já teriam começado.

A literatura apocalíptica tem uma importância considerável na história da tradição judaico-cristã-islâmica, ao veicular crenças como a ressurreição dos mortos, o dia do Juízo Final, o céu, o inferno e outras que são ali referidas de forma mais ou menos explícita.[1]

Algumas pessoas defendem que o facto de várias civilizações no mundo terem apresentado narrações apocalípticas sugere que estas têm uma origem comum e ancestral (supostamente revelada ao homem por um ser dotado de inteligência superior, entre outras teorias) que foi sendo deturpada pela transmissão oral. Esta visão assume, por vezes, um carácter ecológico, ao propor que a mensagem do apocalipse se refere à capacidade que o homem civilizado tem para destruir o mundo.




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