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17 de março de 2010

A tese animista é respeitável.

Partiu de investigadores conscienciosos e sinceros, e nasceu para coibir os prováveis abusos da imaginação; entretanto, vem sendo usada cruelmente pela maioria dos nossos colaboradores encarnados, que fazem dela um órgão inquisitorial, quando deveriam aproveitá-la como elemento educativo, na ação fraterna.
  • Milhares de companheiros fogem ao trabalho, amedrontados, recuam ante os percalços da iniciação mediúnica, porque o animismo se converteu em Cérbero.

  • Afirmações sérias e edificantes, tornadas em opressivo sistema, impedem a passagem dos candidatos ao serviço pela gradação natural do aprendizado e da aplicação.

  • Reclama-se deles precisão absoluta, olvidando-se lições elementares da natureza.

  • Recolhidos ao castelo teórico, inúmeros amigos nossos, em se reunindo para o elevado serviço de intercâmbio com a nossa esfera, não aceitam comumente os servidores, que hão de crescer e de aperfeiçoar-se com o tempo e com o esforço.

  • Exigem meros aparelhos de comunicação, como se a luz espiritual se transmitisse da mesma sorte que a luz elétrica por uma lâmpada vulgar.

  • Nenhuma árvore nasce produzindo, e qualquer faculdade lie requer burilamento.

  • A mediunidade tem, pois sua evolução, seu campo, sua rota.

  • Não é possível laurear o estudante no curso superior, sem que ele tenha tido suficiente aplicação nos cursos preparatórios, através de alguns anos de luta, de esforço, de disciplina.

Daí nossa legítima preocupação em face da tese animista, que pretende enfeixar toda a responsabilidade do trabalho espiritual numa cabeça única, isto é, a do instrumento mediúnico. Precisamos de apelos mais altos, que animem os cooperadores incipientes, proporcionando-lhes mais vastos recursos de conhecimento na estrada por eles mesmos perlustrada, a fim de que a espiritualidade santificante penetre os fenômenos e estudos atinentes ao espírito.



E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com

TÍPICAS MANIFESTAÇÕES ANÍMICAS - Carlos Bernardo Loureiro.

  • IDEOPLASTIA - Do grego ideo+plastos+ia, significa modelagem da matéria pelo pensamento. O termo foi criado em 1860 por E. Durand, da cidade de Gros, que lhe emprestou o sentido de sugestibilidade: a impressão que o pensamento, num terreno preparado pela sugestão, pode provocar no paciente. Julien Ochrowicz, em 1884, lhe deu novo significado: o da “realidade fisiológica de uma idéia”.
    Dr. B.G. Tsinoukas, por reputá-lo etimologicamente impróprio, inexato e de nenhuma necessidade científica, recomendou, no Congresso de Paris, o seu banimento.
  • ANAGNOSIA - Do grego anagnosis+ia, significa leitura supranormal de textos ocultos. O tremo e definição de autoria de Stanley Brath, notável pesquisador psíquico inglês, que o subdivide em quatro classes:
    • I – Paragnosia
    • II – Perianagnosia
    • III – Proanagnosia
    • IV – Teleanagnosia
  • PARAGNOSIA - Leitura, com contato, de um texto oculto.
  • PERIANAGNOSIA - Leitura de um texto nas circunvizinhas.
  • PROANAGNOSIA - Conhecimento de um texto que ainda não foi escrito ou impresso.
  • TELEANAGNOSIA - Leitura de um texto a grande distância.
  • AUTOSCOPIA - Do grego autós+sopein+ia, significa percepção por parte do indivíduo, dos órgãos do seu organismo.
    Atribui-se a criação do termo ao Dr. Paul Sollier (vide: Les Phénomènes d’autoscopie, Ed. Payot, Paris). Charles Richet, porém, em seu Traité de Metapsychique, 1922, afirma que o pesquisador Charles Feré, em Notes sur hallucinations autoscopiques, usara o vocábulo pela primeira vez. Enquanto isso, Eugene Osty, do Instituto de Metapsíquica de Paris, preferiu adotar o termo autovisão.
  • PREMONIÇÃO - A PREMONIÇÃO modernamente rotulada de PARAGNOSE, é o conhecimento além dos limites sensoriais. É o mesmo, ainda, que antevisão, prenúncio, presciência, profecia etc.
  • DÉJÀ VU E A PREMONIÇÃO - A experiência geralmente relatada de déjà vu sugere o que o D,. J.B. Rhine rotula de percepção extra-sensorial precognitiva. Exemplo:
    Uma pessoa que penetra em sua cabina para a primeira viagem transoceânica, imediatamente exclama já tê-la visto, nos mesmos detalhes, sem nunca ter examinado fotografias dela, sem nunca ter pisado num navio. Talvez – especulam os pesquisadores – o percipiente tenha tido um sonho precognitivo, esquecido e, contudo, bastante resistente em sua memória latente para produzir uma experiência de reconhecimento.
  • DIAPSÍQUICA - Do grego diá+psike+ia, é denominação de Émile Boirac, inserta em L’Avenir des Sciences Psychiques. É a comunicação de Espírito a Espírito, estejam eles encarnados ou desencarnados. Boirac tenta diferenciar o termo de TELEPSIQUIA, que seria a transmissão do pensamento a longa distância.
  • BILOCAÇÃO - Fenômeno pelo qual o Espírito, em estado de transe profundo ou momentâneo, ou no momento da morte, transporta-se, biloca-se, com a aparência de realidade ou tangibilidade real, de um lugar para o outro. É o mesmo que autotelediplosia, desdobramento e bicorporeidade.
  • AUTOPREMONIÇÃO - Faculdade de conhecimento, por parte do precipiente, de acontecimentos que lhe dizem respeito, como o dia da morte, doença, acontecimentos trágicos e alegres.
  • CLARIVIDÊNCIA - Entende-se por clarividência o conhecimento extra-sensorial de fatos objetivos dos quais não fomos informados, sendo que a percepção pelos sentidos comuns é excluída. Esses fatos devem, pois, fugir, completamente, à ação dos sentidos, quer estejam esses acontecimentos perto do sensitivo (criptoscopia: conhecimento abnormal de coisas ou escritos ocultos), quer dizer estejam a uma distância que os tornam inacessíveis aos sentidos (telescopia: visão abnormal, a distância de coisas ou pessoas), quer estejam afastados no tempo (clarividência no tempo). No último caso, é necessário, ainda, distinguir a vidência no passado (retroscopia) a vidência no futuro (profecia).
  • CRIPTESTESIA ou TELEPATIA - A CRIPTESTESIA, termo criado pelo Dr. Charles Richet, é a faculdade que consiste no conhecimento de fatos ou coisas, conhecimento esse que o paciente tem pela percepção paranormal (estímulos psíquicos e anímicos) e, não, pelos órgãos sensoriais.
    A CRIPTESTESIA é, nada mais nada menos, que a TELEPATIA de Frederick Myers, um dos fundadores da famosa S.P.R. – Society for Psychical Research (1882).
  • CAMPO MEDIANÍMICO - É o espaço existente, nas experiências de pequenas levitações, entre as mãos do sensitivo e o objeto levitado. Por esse espaço, atravessa a corrente fluídica. É a expressão de Julien Ochorowicz, do Instituto de Psicologia Geral de Paris.
  • CRIPTOMNÉSIA - Fenômeno que se apresenta com aparente características de TELEPATIA e da PSICOMETRIA. Entretanto ele possui tipicidade própria, específica. É termo criado pelo Dr. Théodore Flournoy, professor de Psicologia da Universidade de Genebra (suíça). É a faculdade supranormal de leitura na mente dos pacientes, de fatos e idéias, conhecidos deles em outros tempos. É, então, a faculdade consistente no conhecimento oculto na subconsciência dos pacientes.
    As teorias sobre a CRIPTOMNÉSIA tendem a anular a sua fonte primordial: a REENCARNAÇÃO. Na realidade, as informações prestadas pelo sensitivo, normalmente em transe hipnótico, deverão ser minuciosamente investigadas, descontando-se dados eventuais de datas e lugares. A suposição de que o paciente tenha baseado a sua história em livros, revistas, filmes, documentários de TV, programas de rádio etc., que leu e/ou a que assistiu, durante um período de sua existência, não descaracteriza, de modo nenhum, o fenômeno da CRIPTOMNÉSIA.
  • DIAPSÍQUICA DERMOGRÁFICA - Fenômenos de desenhos na pele do próprio sensitivo que concentra o pensamento, desejando esta ou aquela dermografia, e o fenômeno se produz. Assemelha-se à estigmatização ou introssomatismo.
  • ELONGAÇÃO - Fenômeno de ectoplasmia em que o corpo do médium se encomprida em alguns centímetros, como ocorreu muitas vezes com Daniel Dunglas Home. Este tipo de fenômeno foi observado em algumas sessões experimentais dirigidas pelo sábio inglês William Crookes.
  • HIPERESTESIA - Do grego hyper+aesthesis+ia, sensibilidade aguçada de alguns percipientes, é a hiperacuidade dos sentidos normais, na definição do Dr. Eugène Osty. Faculdade que possibilita a certos percipientes, em tocando um objeto qualquer, revelar o seu conteúdo. Um dos maiores sensitivos hiperestésicos do mundo foi o polonês Stephan Ossowiecki, pesquisado por Julien Ochorowicz e por Gustave Geley.
  • METACINESIA - Do grego metá+kinesis+ia, fenômenos de deslocamento de objetos. A METACINESIA, sendo uma das divisões da METERGIA, compreende duas modalidades:
    • - Paracinesia
    • - Telecinesia
  • PARACINESIA - Levitação de objetos com o contato do sensitivo.
  • TELECINESIA - Movimento de objetos sem contato do precipiente, alonga ou a curta distância.
  • METERGIA - É a ação ou exteriorização supranormal, variada e complexa, produzindo deslocação ou movimento de objetos a distância e produção de efeitos orgânicos no próprio sensitivo. Divide-se em:
    • - Metabiose
    • - Metideogenia
  • METABIOSE - Produção em organismos vivos, por meios paranormais, de efeitos orgânicos ou biológicos.
  • PERSONISMO - De persona+ismo. Atribuem-se a personismo os fenômenos psíquicos inconscientes que se produzem nos limites da esfera corporal do sensitivo. É o desdobramento da consciência. Produzem-se no sonambulismo e no que Pierre Janet chamou de automatismo psicológico ou prosopopese de René Sudre.
  • PICTOGRAFIA - Faculdade mediúnica ou anímica em que o precipiente reproduz desenhos ou pinturas. É o mesmo que PNEUMATOGRAFIA FIGURADA.
  • PSICOCINESIA - Influência direta que o agente, sem nenhum contato direto ou pessoal, atua sobre a matéria física.
  • PSICOMETRIA - Conhecimento do passado, do presente e da personalidade humana pela clarividência e por intermédio de contato com objetos pertencentes à época ou às épocas que o experimentador deseja conhecer. O termo é criação do Dr. J. Rhoades Buchanan, médico norte-americano, em 1849. A obra que trata do assunto é a que publicou em Boston (USA), sob o título A Manual of Psychometriy: the Dawn of a New Civilization.
  • ECTOPLASMA - O vocábulo ECTOPLASMA é criação do Prof. Charles Richet (prêmio Nobel de medicina, de 1913), para designar a substância que os médiuns expelem pela boca, nariz, ouvidos, órgãos sexuais e pelos poros, como tênues fios de energia vital, que servem para a realização de extraordinários fenômenos de ordem física.
  • MAGNETISMO - Conhecido desde as mais remotas eras. Formava uma parte da Magia ou Ciência dos Sábios de outrora. Os livros sagrados dos antigos cultos, os hieróglifos do Egito.
  • KIRLIANGRAFIA - Em 1953, em seu livro Teoria Eletrodinâmica da Vida, o médico norte-americano Harold Saxton Burr, da Universsidade de Yale, descobriu um envoltório energético nos seres vivos e até chegou a chamá-lo de CAMPO L (L= life- vida).
    Em 1939, na antiga URSS, Semyon Davidovich e Valentina Chrisanfovna Kirlian inventaram uma máquina que conseguia fotografar um halo energético em torno dos corpos dos seres humanos, dos animais, dos vegetais e, até mesmo, dos minerais. Nascia, assim, a kirliangrafia.
  • FOTOGRAFIA PSÍQUICA - Um dos sensitivos mais importantes no campo da fotografia psíquica foi a ascensorista norte-americano, do Kansas, Ted Serious.
  • TELA PANORÂMICA - O Prof. Ernesto Bozzano admite três categorias de TELA PANORÂMICA, em que o indivíduo, na iminência da morte, estando ou não moribundo, vê decorrer, como se fosse numa tela cinematográfica, toda a sua vida pregressa, desde a infância até aquele crucial momento.
  • TELEPSICOMAGNETOTERÁPICO - Consiste na projeção fluídica do magnetizador, a qual tem ação curativa.
  • TRANSFIGURAÇÃO - Também conhecida por ENDOMETAPLASIA, é um dos fenômenos mais raros do psiquismo experimental. Pode ser mediúnica ou anímica.
  • TRANSE - Do Latim transire = passar de um estado a outro. Seria uma condição do “sono aparente” ou “inconsciente”, com marcantes características fisiológicas.
    A verdadeira natureza do TRANSE é desconhecida. Cada sensitivo apresenta, no particular, características específicas. Daniel Dunglas Home, o mais notável médium da era kardequiana, afirmou, perante a Sociedade Dialética de Londres.
  • GLOSSOLALIA - Vocábulo criado pelo Prof. Theodore Flournoy para rotular a manifestação de pseudo-línguas (falsas xonoglossias) elaboradas nos recessos subconscienciais do próprio médium. Não se trata de desdobramento ou dissociação de personalidade secundária, sugerido pelo psicólogo William James, o que caracterizaria um processo tipicamente anímico. Aí, o indivíduo expressaria o conhecimento de uma ou mais línguas que ele falou em existências pregressas.
  • BIOPAUSIA - É o domínio e neutralização das funções orgânicas. Os fenômenos do faquirismo (quando verdadeiros) incluem-se nesta categoria.
  • PIROVASIA - É o fenômeno da incombustibilidade paranormal. Ação de suportar o fogo sem dor e sem danos físicos. O médium Daniel Dunglas Home apresentava essa insensibilidade ao fogo.
  • SONAMBULISMO - Do Latim sommus = sono+ambulare = marchar, passear. Estado de emancipação da alma mais completo do que o sonho.
    O sonho é um sonambulismo imperfeito. No sonambulismo a lucidez da alma, isto é, faculdade de ver, que é um dos atributos da sua natureza, é mais desenvolvida. Ela vê as coisas com mais precisão e nitidez, o corpo pode agir sob o impulso da vontade da alma.
    Sonambulismo natural – o que é espontâneo e se produz sem provocação es em influência de nenhum agente exterior.
    Sonambulismo magnético ou artificial – o que é provocado pela ação que uma pessoa exerce sobre outra por meio do fluido magnético.
  • SONILOQUIA - Do Latim somnus = sono+loqui = falar. Estado de emancipação da alma, intermediária entre o sono e o sonambulismo. Aqueles que falam dormindo são soníloquos.
    Allan Kardec rotula de NOCTÂMBULO (do Latim nox, noctis = a noite+ambulare = marchar, passear), aquele que marcha ou passeia durante a noite, dormindo. Entretanto, ele sugere que se adote, em tais casos, a expressão sonâmbulo, uma vez que noctâmbulo e noctambulismo não implicam, de modo nenhum, a idéia de sono.
  • DERMOÓTICA - Palavra usada para descrever a capacidade que certas pessoas têm de “ver” através da pele e das pontas dos dedos.
  • TRANSPOSIÇÃO - Do Latim transpositionem. Faculdade supernormal de percepção de coisas fora dos sentidos normais. Pode ser classificada como:
    • - Transposição de cores
    • - Transposição de gosto
    • - Transposição de sentidos
  • DESDOBRAMENTO DO PERISPÍRITO EM ESTADO DE VIGÍLIA - A esse fenômeno de natureza anímica se deu o nome de “homens duplos”.
  • LEVITAÇÃO - Admitem alguns autores que a LEVITAÇÃO tem uma origem eminentemente mediúnica. Outros, porém, crêem que ela tenha, também, uma gênese psíquica ou anímica. Eis, em síntese, como o pesquisador português Dr. A. Martins Velho explica o fenômeno, afirmando que na levitação de corpos humanos as leis que regulam a gravidade não se alteram, nem se destroem. No caso, simplesmente à força da gravidade apôs-se outra força aproximadamente igual que permitiu ao corpo flutuar. Essa força é a “força psíquica”, ou a do sensitivo, ou a de um Espírito desencarnado. No primeiro caso, o fenômeno é ANÍMICO, no segundo o fenômeno é MEDIÚNICO.
  • O BIÔMETRO DE HIPPOLYTE BARADUC - H. Baraduc, desencarnado em 1909, autor de várias obras sobre MAGENTISMO, em que se destaca Iconographie de la Force Vitale Cosmique Od, fabricou um aparelho denominado FOTÔMETRO, com o qual conseguiu medir a força psíquica.
  • PSICOTRÔNICA - A PSICOTRÔNICA surgiu a partir de 1960. Tentava-se sintetizar as pesquisas desenvolvidas por investigadores, em várias partes do mundo, preocupados em estabelecer as interconexões entre energia, matéria e consciência.
    O vocábulo PSICOTRÔNICA é constituído de dois vocábulos: psyché = Espírito+tron = instrumento.



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LINKs sobre Médium citado nos textos abaixo:





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Médiuns não apresentam doenças mentais

Na literatura científica, muitas vezes os médiuns (que se comunicam com espíritos) são descritos como pessoas de baixa escolaridade e renda. Sua mediunidade deve ser entendida como um "mecanismo de defesa contra as opressões sociais", ou como manifestação de algum quadro dissociativo ou psicótico.
No entanto, um estudo realizado pelo psiquiatra Alexander Moreira de Almeida com médiuns espíritas da cidade de São Paulo mostrou um perfil diferente: os médiuns apresentaram um alto nível sócio-educacional e uma prevalência de transtornos mentais menor do que a encontrada na população em geral.
Almeida constatou que 46,5% das pessoas tinham curso superior, 76,5% eram mulheres, menos de 3% estavam desempregados, e a idade média era de 48 anos. A maioria era espírita há mais de 16 anos, vieram de famílias não-espíritas e as vivências mediúnicas começaram na infância.
"Esse perfil sócio-demográfico se encaixa no último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra um crescimento da proporção de espíritas conforme aumenta a escolaridade da população", comenta o psiquiatra, que apresentou sua tese de doutorado à Faculdade de Medicina (FMUSP), com orientação do professor Francisco Lotufo Neto.
Os participantes do estudo atuam em nove centros espíritas kardecistas da Capital, pertencentes à Aliança Espírita Evangélica. O médico aplicou um questionário sócio-demográfico a 115 médiuns antes e depois das sessões espíritas. Eles também responderam a questões referentes à atividade mediúnica. Almeida ainda utilizou os questionários SRQ (Self-Report Psychiatric Screening Questionnaire), que rastreia a presença de transtornos_mentais, e o EAS (Escala de Adequação Social), que mostra como a pessoa se relaciona em sociedade.
A partir dos resultados foram selecionados 24 médiuns. Eles foram analisados pelo SCAN (Schedules for Clinical Assessment in Neuropsychiatry), um tipo de entrevista psiquiátrica padrão e pelo DDIS (Dissociative Disorders Interview Schedule), um questionário que detecta transtornos dissociativos (quando uma parte da mente funciona de forma independente). "É nessa categoria que os transes mediúnicos são habitualmente encaixados", explica o médico.




Fonte: Agência USP de Notícias - Publicado em: 12/05/2005

http://www.feal.com.br/destaques.php?id=149




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16 de março de 2010

Origem do termo Perispírito

O termo perispírito foi cunhado por Allan Kardec, e encontra seu primeiro uso no comentário que segue o item 93 de O Livro dos Espíritos:

O Espírito, propriamente dito, nenhuma cobertura tem, ou, como pretendem alguns, está sempre envolto numa substância qualquer?
“Envolve-o uma substância, vaporosa para os teus olhos, mas ainda bastante grosseira para nós; assaz vaporosa, entretanto, para poder elevar-se na atmosfera e transportar-se aonde queira.”

Segue-se a esse trecho o seguinte comentário de Kardec: "Envolvendo o gérmen de um fruto, há o perisperma; do mesmo modo, uma substância que, por comparação, se pode chamar perispírito, serve de envoltório ao Espírito propriamente dito".

A partir daí Kardec se ocupou de buscar fundamentação para essa hipótese, estudando as propriedades daquilo que à época recebia o nome de "fluidos" (eletricidade, magnetismo, calor), e ampliando a pesquisa para o que chamou de "fluidos psíquicos" ou "espirituais". Concluiu que o perispírito seria um corpo fluídico que envolve o espírito na condição de ente "semimaterial". Mais "grosseiro" que o espírito e mais "sutil" que o corpo, seria o responsável, entre outras funções, pela transmissão da vontade daquele para este e das sensações do corpo para o espírito. Seria constituído a partir de modificações particulares do "Fluido Cósmico Universal", que Kardec defendia ser a matéria primordial de que se compõe o universo.

Outras concepções

Conservando a nomenclatura original, muitos adeptos da Doutrina Espírita definem hoje o perispírito como um "corpo" dotado de "centros de força", adotando para estes praticamente as mesmas definições que a Teosofia e outras doutrinas baseadas nos ensinamentos orientais elaboraram para o Corpo Astral e os Chakras.

O perispírito teria, assim, a função de "modelar" o corpo físico (chamado de soma), de forma que cada centro de força corresponderia a uma glândula e estaria intimamente ligado ao sistema nervoso, através do qual conduziria ao corpo as deliberações do espírito, e a este transportaria as impressões sensoriais.

Desempenharia, também, o importante papel de elo entre o espírito comunicante e o espírito encarnado nos fenômenos mediúnicos.

O perispírito emitiria ainda, segundo alguns, "vibrações", transformando os "fluidos semi-materiais", de acordo com os pensamentos: poderia, assim, variar da "luminosidade mais elevada" até aspectos mais "repugnantes", consoante a "qualidade" de quem os emite.

Ovóides

Segundo alguns adeptos do espiritismo, sob certas condições, o persipírito poderia sofrer uma deformação que lhe emprestaria um formato ovóide. O processo é conhecido como ovoidização e, ainda segundo os defensores da idéia, estaria ligado a impulsos autodestrutivos, de vingança, e ao desejo de não permanecer no mundo espiritua




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Perispírito

Perispírito - (do grego: em torno, e do latim: Spiritus, alma, espírito) é o envoltório sutil e perene da alma, que possibilita sua interação com os meios espiritual e físico. Empregada pela primeira vez por Allan Kardec, no item 93 de “O Livro dos Espíritos”. Alma e perispírito constituem o espírito.

O homem é um ser triplo:

O perispírito, formado por substâncias químicas que transcendem a série_estequiogenética conhecida até agora pela ciência terrena, é aparelhagem de matéria rarefeita, alterando-se, de acordo com o padrão vibratório do campo interno.

Organismo delicado, com extremo poder_plástico, modifica-se sob o comando do pensamento. É necessário, porém, acentuar que o poder apenas existe onde prevaleçam a agilidade e a habilitação que só a experiência consegue conferir.

Nas mentes primitivas, ignorantes e ociosas, semelhante vestidura se caracteriza pela feição pastosa, verdadeira continuação do corpo_físico, ainda animalizado ou enfermiço.

O progresso mental é o grande doador de renovação ao equipamento do espírito em qualquer plano de evolução.



Os especialistas calculam que os experimentos dos próximos dez anos conseguirão finalmente isolar partículas da matéria escura e desvendar o maior mistério do universo.


Se as propriedades da matéria escura forem compatíveis com a Natureza do Perispírito, a ciência ao conseguir meios para desvendar a matéria escura acabará desvendando o perispírito.


O Espírito tira o seu invólucro semimaterial do fluido_universal de cada globo, razão por que não é idêntico em todos os mundos. Passando_de_um_mundo_a_outro, o Espírito muda de envoltório, como mudais de roupa. Assim, quando os Espíritos que habitam mundos superiores vêm ao nosso meio, tomam um perispírito mais grosseiro.


O perispírito, ou corpo fluídico dos Espíritos, é um dos mais importantes produtos do fluido_cósmico; é uma condensação desse fluido e tem seu princípio de origem nesse mesmo fluido condensado e transformado em matéria tangível.

No perispírito, a transformação molecular se opera diferentemente, porquanto o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas.

O corpo perispirítico e o corpo carnal têm pois origem no mesmo elemento primitivo; ambos são matéria, ainda que em dois estados diferentes.



O organismo fluídico, caracterizado por seus elementos imutáveis, é o assimilador das forças protoplásmicas, o mantenedor da aglutinação molecular que organiza as configurações típicas de cada espécie, incorporando-se, átomo por átomo, à matéria do germe e dirigindo-a, segundo a sua natureza particular.



O perispírito, mais tarde, será objeto de mais amplos estudos das escolas espiritistas cristãs.
O vaso perispirítico é também transformável e perecível, embora estruturado em tipo de matéria mais rarefeita.



Figuremos, primeiramente, o Espírito em união com o corpo.

  • O Espírito é o ser principal, pois que é o ser que pensa e sobrevive.

  • O corpo humano não passa de um acessório seu, de um invólucro, uma veste, que ele deixa, quando usada.

  • Além desse invólucro material (corpo humano), tem o Espírito um segundo corpo, semimaterial (o perispírito), que liga o Espírito ao corpo humano.

Por ocasião da morte, o Espírito despoja-se do corpo humano, porém não do perispírito. Esse invólucro semimaterial, que tem a forma humana, constitui para o Espírito um corpo fluídico, vaporoso, mas que, pelo fato de nos ser invisível no seu estado normal, não deixa de ter algumas das propriedades da matéria.

O Espírito não é, pois, um ponto, uma abstração; é um ser limitado e circunscrito, ao qual só falta ser visível e palpável, para se assemelhar aos seres humanos.

  • Por que, então, não haveria de atuar sobre a matéria?

  • Por ser fluídico o seu corpo?

  • Mas, onde encontra o homem os seus mais possantes motores, senão entre os mais ratificados fluidos, mesmo entre os que se consideram imponderáveis, como, por exemplo, a eletricidade?

  • Não é exato que a luz, imponderável, exerce ação química sobre a matéria ponderável?

Não conhecemos a natureza_íntima_do_perispírito. Suponhamo-lo, todavia, formado de matéria elétrica, ou de outra tão sutil quanto esta: por que, quando dirigido por uma vontade, não teria propriedade idêntica à daquela matéria?



O corpo espiritual, à feição de protoforma humana, diante das reações do sistema nervoso, eleito para sede dos instintos superiores, com a faculdade de arquivar reflexos condicionados.


Atingindo a maioridade moral pelo raciocínio, cabe a nós aprimorar as manifestações do nosso perispírito e enriquecer-lhe os atributos, porque todos os nossos sentimentos e pensamentos, palavras e obras, nele se refletem, gerando conseqüências felizes ou infelizes, pelas quais entramos na intimidade da luz ou da sombra, da alegria ou do sofrimento.


A elevação dos sentimentos, a pureza da vida, os lies impulsos para o bem e para o ideal, as provações e os sofrimentos pacientemente suportados, depuram pouco a pouco as moléculas perispiríticas, desenvolvem e multiplicam as suas vibrações. Como uma ação química, eles consomem as partículas grosseiras e só deixam subsistir as mais sutis, as mais delicadas.


O homem é, portanto, formado de três partes essenciais:

  1. O corpo ou ser material, análogo ao dos animais e animado pelo mesmo princípio vital;

  2. A alma, Espírito encarnado que tem no corpo a sua habitação;

  3. O princípio intermediário, ou perispírito, substância semimaterial que serve de primeiro envoltório ao Espírito e liga a alma ao corpo. Tais, num fruto, o gérmen, o perisperma e a casca.

Esse segundo invólucro da alma, ou perispírito, existe, pois, durante a vida corpórea; é o intermediário de todas as sensações que o Espírito percebe e pelo qual transmite sua vontade ao exterior e atua sobre os órgãos do corpo.

Para nos servirmos de uma comparação material, diremos que é o fio elétrico condutor, que serve para a recepção e a transmissão do pensamento; é, em suma, esse agente misterioso, imperceptível, conhecido pelo nome de fluido nervoso, que desempenha tão grande papel na economia orgânica e que ainda não se leva muito em conta nos fenômenos fisiológicos e patológicos.

Tomando em consideração apenas o elemento material ponderável, a Medicina, na apreciação dos fatos, se priva de uma causa incessante de ação. Não cabe, aqui, porém, o exame desta questão. Somente faremos notar que no conhecimento do perispírito está a chave de inúmeros problemas até hoje insolúveis.

O perispírito não constitui uma dessas hipóteses de que a ciência costuma valer-se, para a explicação de um fato. Sua existência não foi apenas revelada pelos Espíritos, resulta de observações, como teremos ocasião de demonstrar. Por ora e por não nos anteciparmos, no tocante aos fatos que havemos de relatar, limitar-nos-emos a dizer que, quer durante a sua união com o corpo, quer depois de separar-se deste, a alma nunca está desligada do seu perispírito.


O perispírito, para a mente, é uma cápsula mais delicada, mais suscetível de refletir-lhe a glória ou a viciação, em virtude dos tecidos rarefeitos de que se constitui.





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QUEM SÃO OS MÉDIUNS NA SUA GENERALIDADE ?

Os médiuns, em sua generalidade, não são missionários na acepção comum do termo; são almas que fracassaram desastradamente, que contrariaram, sobremaneira, o curso das leis_divinas, e que resgatam, sob o peso de severos compromissos e ilimitadas responsabilidades, o passado obscuro e delituoso. O seu pretérito, muitas vezes, se encontra enodoado de graves deslizes e de erros clamorosos. Quase sempre, são Espíritos que tombaram dos cumes sociais, pelos abusos do poder, da autoridade, da fortuna e da inteligência, e que regressam ao orbe_terráqueo para se sacrificarem em favor do grande número de almas que desviaram das sendas luminosas...

São almas arrependidas que procuram arrebanhar todas as felicidades que perderam, reorganizando, com sacrifícios, tudo quanto esfacelaram nos seus instantes de criminosas arbitrariedades e de condenável insânia.



...A possibilidade de comerciar emoções com as esferas_invisíveis que vos rodeiam não representa, de modo algum, a realização espiritual imprescindível à edificação divina de cada um de nós, porque:
  • o problema da glória mediúnica não consiste em ser instrumento de determinadas Inteligências,

  • mas em ser instrumento fiel da Divindade.

Para que a alma encarnada efetue semelhante conquista é indispensável desenvolva os seus próprios princípios divinos ...

Lembrai-vos, contudo, de que a Lei Divina jamais endossou o cativeiro e nunca sancionou a escravidão! Esquecestes a palavra divina que pronunciou: vós_sois_deuses”? ...

...Não provoqueis o desenvolvimento prematuro de vossas faculdades psíquicas!

  • Ver sem compreender

  • ou ouvir sem discernir pode ocasionar desastres vultosos ao coração.

Buscai, acima de tudo, progredir na virtude e aprimorar sentimentos. Acentuai o próprio equilíbrio e o Senhor vos abrirá a porta dos novos conhecimentos!...

Em todos os labores terrestres, transformai-vos na Vontade de Nosso Pai! E em vossos serviços de fé, não intenteis fazer baixar até vós os Espíritos superiores, mas aprendei a subir até eles, conscientes de que os caminhos de intercâmbio são os mesmos para todos e mais vale elevar o coração para receber o infinito bem, que exigir o sacrifício dos benfeitores!...



Buscando símbolo mais singelo, figuremos o médium como sendo urna ponte a ligar duas esferas, entre as quais se estabeleceu aparente solução de continuidade, em virtude da diferenciação_da_matéria_no_campo_vibratório. Para ser instrumento relativamente exato, é-lhe imprescindível haver aprendido a ceder, e nem todos os artífices da oficina mediúnica realizam, a breve trecho, tal aquisição, que reclama:

  • devoção à felicidade do próximo,

  • elevada compreensão do bem coletivo,

  • avançado espírito de concurso fraterno

  • e de serena superioridade nos atritos com a opinião alheia.

Para conseguir edificação dessa natureza, faz-se mister o refúgio freqüente à «moradia dos princípios superiores». A mente do servidor há de fixar-se nas zonas mais altas do ser, onde aprenderá o valor das concepções sublimes, renovando-se e quintessenciando-se para constituir elemento padrão dos que lhe seguem a trajetória.

O homem, para auxiliar o presente, é obrigado a viver no futuro da raça. A vanguarda impõe-lhe a soledade e a incompreensão, por vezes dolorosas; todavia, essa condição representa artigo da Lei que nos estatui adquirir para podermos dar. Ninguém pode ensinar caminhos que não haja percorrido. Nasce daí, em se tratando da mediunidade edificante, a necessidade de fixação das energias instrumentais no santuário mais alto da personalidade.

Fenômenos não lhes importa a natureza — é forçoso reconhecer que assediam a criatura em toda parte.

  • Cada médium com a sua mente.

  • Cada mente com os seus raios, personalizando observações e interpretações.

  • E, conforme os raios que arremessamos, erguer-se-nos-a o domicílio espiritual na onda de pensamentos a que nossas almas se afeiçoam.

  • Isso, em boa síntese, equivale ainda a repetir com Jesus: A cada qual segundo suas obras.


Os orientadores da Espiritualidade procuram companheiros, não escravos. O médium digno da missão do auxílio não é um animal subjugado à canga, mas sim um irmão da Humanidade e um aspirante à Sabedoria. Deve trabalhar e estudar por amor... É por isso que muitos começam a jornada e recuam. Livres_para_decidir quanto ao próprio destino, muitas vezes preferem estagiar com indesejáveis companhias, caindo em temíveis fascinações. Iniciam-se com entusiasmo na obra do bem, entretanto, em muitas circunstâncias dão ouvidos a elementos corruptores que os visitam pelas brechas da invigilância. E, assim, tropeçam e se estiram:
  • na cupidez,

  • na preguiça,

  • no personalismo destruidor

  • ou na sexualidade_delinqüente, transformando-se em joguetes dos adversários da luz, que lhes vampirizam as forças, aniquilando-lhes as melhores possibilidades. Isso é da experiência de todos os tempos e de todos os dias...


Os orientadores da Espiritualidade procuram companheiros, não escravos. O médium digno da missão do auxílio não é um animal subjugado à canga, mas sim um irmão da Humanidade e um aspirante à Sabedoria. Deve trabalhar e estudar por amor... É por isso que muitos começam a jornada e recuam. Livres_para_decidir quanto ao próprio destino, muitas vezes preferem estagiar com indesejáveis companhias, caindo em temíveis fascinações. Iniciam-se com entusiasmo na obra do bem, entretanto, em muitas circunstâncias dão ouvidos a elementos corruptores que os visitam pelas brechas da invigilância. E, assim, tropeçam e se estiram:
  • na cupidez,

  • na preguiça,

  • no personalismo destruidor

  • ou na sexualidade_delinqüente, transformando-se em joguetes dos adversários da luz, que lhes vampirizam as forças, aniquilando-lhes as melhores possibilidades. Isso é da experiência de todos os tempos e de todos os dias...


O médium não é um simples aparelho. É um Espírito que deve ser livre e que, a fim de se prestar ao intercâmbio desejado...
  • precisa renunciar a si mesmo, com abnegação e humildade, primeiros fatores na obtenção de acesso à permuta com as regiões mais elevadas.

  • Necessita calar, para que outros falem;

  • dar de si próprio, para que outros recebam.

  • Em suma, deve servir de ponte, onde se encontrem interesses diferentes.

Sem essa compreensão consciente do espírito de serviço, não poderia atender aos propósitos edificantes.

  • Naturalmente, ele é responsável pela manutenção dos recursos interiores, tais como a tolerância, a humildade, a disposição fraterna, a paciência e o amor cristão;

  • todavia, precisam de cooperação do plano_espiritual no sentido de manter os estímulos de natureza exterior, porque se não tem pão, nem paz relativa, se lhe falta assistência nas aquisições mais simples, não poderá ser exigido a colaboração, redundante em sacrifício.

As responsabilidades, portanto, estão conjugadas nos mínimos detalhes da tarefa a cumprir.


O instrumento mediúnico é automaticamente desclassificado se não tem a felicidade de exibir absoluta harmonia com os desencarnados, no campo tríplice das forças:

É imprescindível que o clima da prece, da renúncia edificante, do espírito de serviço e fé renovadora, através de padrões morais nobilitantes, constitua a nota fundamental de nossas atividades no psiquismo transformador, a fim de que nos encontremos, realmente, num serviço de elevação para o Supremo Pai.



E-mail: apocalipsedosanjos@hotmail.com