Sejam Bem Vindos ! ! !

Podem se aproximar, adentrar e conversar. Bem aventurado seja, meu bom amigo. Sente-se conosco, pegue uma caneca e ouça as tantas outras que aqui temos. Esse é o nosso local e agora será dividido com vc. Sinta-se em casa, aqui nada temerás, apenas fique alerta aos olhares alheios, nunca sabemos quando uma boa aventura está surgindo e nada melhor do que envolver-se nela e participar para ganhar grandes recompensas. Brindemos a nossa vitória e a amizade!

Entrem e sintam-se em casa.


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19 de julho de 2008

A casa em que Morei

Isso aconteceu na cidade em que nasci, Corinto, interior de minas, eu morava em uma casa grande de dois andares, sendo o segundo um salão de festas, este salão era redondo, em suas paredes havia espelhos. Certa noite eu estava dormindo quando acordei assustado pois cheguei a ouvir passos pelo corredor, ao olhar para o mesmo vi uma pessoa de capa preta atravessando o corredor. Fui atrás para olhar o que era, vi que a pessoa subia as escadas para o Salão de festas. A porta encontrava-se aberta, entrei dentro do salão fui até o meio, quando parei, a porta do salão bateu o espelho imediatamente quebrou. Quando olhei para trás vi que a pessoa não era uma pessoa comum, pois ela estava me rondando dentro dos espelhos. Certa hora o espírito saiu do espelho e me deu uma pancada forte, assim eu desmaiei. Depois disso só lembro o que meus pais relataram a mim, eles disseram que quando acordaram não me encontraram na cama me procuraram por toda a casa e não me encontraram. Ao olharem o Salão de Festas perceberam que a porta estava trancada. De imediato meus pais se preocuparam pois pensaram o pior, eles pegaram a chave extra do Salão de festas. Mas para aumentar a preocupação de meus pais, eles não conseguiram abrir a porta, parecia que alguém trocara o segredo. Meu pai então decide derrubar a porta. Quando ela caiu eles se assustam pois eu estava desmaiado, e ao olharem para as paredes do Salão, viram que todos os espelhos estavam em pedaços. Minha mãe foi logo me pegar nos braços, meu pai disse que ficou sem reação pois ele nunca pensou que eu seria capaz de fazer aquilo. Eu confirmei o fato e contei a eles o que acontecera na noite passada, eles ficaram espantados. Foi aí que tomamos a decisão de nos mudarmos. Hoje a casa que morávamos foi destruída e construíram outra lá, mas ninguém mora, pois mesmo com a demolição de minha casa acontecem coisas naquele lote. Hoje moro em Belo Horizonte, tenho 15 anos sou estudante, e muitas outras coisas acontece comigo. Até hoje lembro do fato que aconteceu comigo em Corinto.


Lenda enviada por: Junior


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A Casa dos Vultos

Havia uma casa, acho que era aqui na região leste, um casal resolveu comprar uma casa boa para se morar: sala de jogos, biblioteca, piscinas, etc... Mas tinha algo estranho na casa. Todas as noites, via-se vultos pela casa e barulhos estranhos no primeiro andar e na biblioteca. Nem ligaram achavam que era sombras de pessoas que passavam do outro lado da rua. Na outra noite, o rapaz estava acordado e a esposa dele dormindo quando ele viu um vulto de uma mulher passando pelo corredor com um bebê no colo. Quando ele acendeu a luz, não havia nada no local. Na outra noite, foi a esposa desse rapaz viu a mesma coisa só que dessa vez diferente viu um vulto de duas crianças correndo pelo corredor. Nas outras noites, ouviam barulhos pela sala. Na manhã seguinte, a esposa do rapaz estava conversando com a vizinha, quando relatou o fato que ocorreu nas outras noites. E a vizinha entendeu o caso e disse esses vultos que ela tinha visto, eram de pessoas que já morreram na casa, antes deles....


Lenda enviada por: Thomaz


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Amaldiçoada

Lúcia era uma mulher de radiante beleza. Não havia um homem sequer que não se rendesse aos seus encantos. Mas, ela teve o azar da sua beleza chegar nos olhos de Warlok, um temido e diabólico bruxo. Warlok queria que Lúcia o correspondesse, mas Lúcia era apaixonada por Paulo, um rapaz decente e trabalhador. Mas Warlok não admitia ser ignorado. Ele disse: “ Se Lúcia não fôr minha, não será de mais ninguém!” Depois desse dia, estranhas coisas começaram a acontecer com Lúcia. Ela começou a ficar agressiva, atacava pequenos animais e parecia sentir um prazer enorme em fazer isso. Tudo que acontecia de estranho, ela escrevia em seu diário. Um dia, uma colega sua, vendo o que estava acontecendo com Lúcia, resolveu ler o diário da moça, escondida dela. E o que ela leu, foi apavorante: “ Querido Diário, essa noite voltou a acontecer o que tem acontecido em todas as outras noites: acordei nua no mato ensangüentada e o sangue não era meu.” Apavoradas, Lúcia e a amiga resolveram investigar o porquê disso estar acontecendo. A colega de Lúcia disse para ela: “ Lúcia, não sei porquê, mas ninguém tira da minha cabeça que por trás disso tudo, tem o dedo do Warlok.” As amigas, intrigadas, resolveram investigar a história a fundo e acabaram descobrindo que o bruxo tinha feito um terrível feitiço contra Lúcia: “ Durante o dia, ela seria uma moça normal, mas durante a noite, ela se transformaria numa terrível e imensa pantera negra. Ela jamais poderia ter relações sexuais com ninguém porque se o fizesse, a maldição também passaria para essa pessoa. Era uma maldição que duraria por toda a eternidade.” Arrasada por não poder consumar jamais seu amor por Paulo, ela resolve contar a verdade para seu amado. Paulo, inconformado, resolveu juntar todos os homens da cidade para matarem o terrível bruxo, mesmo sabendo que a maldição jamais teria fim. Eles armaram a arapuca perfeita e o mataram queimado em uma enorme fogueira. Depois, chegou em Lúcia e falou: “ Lúcia, eu te amo mais do que tudo e quero ficar com você pra sempre, mesmo que eu também me transforme em um animal. Naquela noite, os dois se amaram com muita paixão. Depois, nunca mais se ouviu falar deles. A vida continuou na pacata cidadezinha, mas de noite, os habitantes podiam ouvir claramente o rosnado de duas panteras no fundo da floresta, mas não sentiam medo porque sabiam que eram Lúcia e Paulo, que, mesmo na condição de animais, puderam ser felizes e ficarem juntos pra sempre...




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18 de julho de 2008

A Casa dos Três Espíritos

Havia uma casa na frente da minha que há muito tempo atrás moravam três irmãs...E nesta casa as três morreram de uma maneira incrivelmente "fantasmática"...A primeira morreu no quintal da casa que se enforcou logo apos ter visto a sua outra irmã se jogando do apartamento a frente... Ela se jogou por ter visto um espírito que vagava na casa por muitos e muitos anos... A última morreu com uma facada inesperada de uma vizinha que assombrada dizia que era as suas irmãs que a assombravam... Mas na última irmã que morreu, eu fui testemunha, pois a nossa vizinha tentou nos matar... Inclusive a mim, pois tive um caso com o seu filho mais velho... Isso ocorreu de verdade... Mas consegui sobreviver graças a um golpe de sorte...Ao invés da moça enfiar a faca em mim, ela enfiou nela mesma, pois não aguento tanta tragédia... Então veio uma amiga minha e me encontrou sentada olhando tudo aquilo de modo assustadora... Mas atá hoje eu vejo minhas amigas na tal casa...conversso...brinco...continuo gostando delas... Elas não me matam porque eu era amiga delas, mas as outras pessoas que vieram morar na tal casa morreram,ou melhor foram assassinada por elas...




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A Casa dos Rostos

Ao entrar em sua modesta cozinha em uma abafada tarde de agosto de 1971, Maria Gomez Pereira, uma dona de casa espanhola, espantou-se com o que lhe pareceu um rosto pintado no chão de cimento. Estaria ela sonhando, ou com alucinações? Não, a estranha imagem que manchava o chão parecia de fato o esboço de uma pintura, um retrato. Com o correr dos dias a imagem foi ganhando detalhes e a noticia do rosto misterioso espalhou-se com rapidez pela pequena aldeia de Belmez, perto de Cordoba, no sul da Espanha. Alarmados pela imagem inexplicável e incomodados com o crescente número de curiosos, os Pereira decidiram destruir o rosto; seis dias depois que este apareceu, o filho de Maria, Miguel, quebrou o chão a marretadas. Fizeram novo cimento e a vida dos Pereira voltou ao normal. Mas não por muito tempo. Em uma semana, um novo rosto começou a se formar, no mesmo lugar do primeiro. Esse rosto, aparentemente de um homem de meia idade, era ainda mais detalhado. Primeiro apareceram os olhos, depois o nariz, os lábios e o queixo. Já não havia como manter os curiosos a distância. Centenas de pessoas faziam fila fora da casa todos os dias, clamando para ver a "Casa dos Rostos". Chamaram a policia para controlar as multidões. Quando a noticia se espalhou, resolveu-se preservar a imagem. Os Pereira recortaram cuidadosamente o retrato e puseram em uma moldura, protegida com vidro, pendurando-o então ao lado da lareira. Antes de consertar o chão os pesquisadores cavaram o local e acharam inúmeros ossos humanos, a quase três metros de profundidade. Acreditou-se que os rostos retratados no chão seriam dos mortos ali enterrados. Mas muitas pessoas não aceitaram essa explicação, pois a maior das casas da rua fora construída sobre um antigo cemitério, mas só a casa dos Pereira estava sendo afetada pelos rostos misteriosos. Duas semanas depois que o chão da cozinha foi cimentado pela segunda vez, outra imagem apareceu. Um quarto rosto - de mulher - veio duas semanas depois. Em volta deste ultimo apareceram vários rostos menores; os observadores contaram de nove a dezoito imagens. Ao longo dos anos os rostos mudaram de formato, alguns foram se apagando. E então, no inicio dos anos oitenta, começaram a aparecer outros. O que - ou quem - criou os rostos fantasmagóricos no chão daquela humilde casa? Pelo menos um dos pesquisadores sugeriu que as imagens seriam obra de algum membro da família Pereira. Mas alguns químicos que examinaram o cimento declararam-se perplexos com o fenômeno. Cientistas, professores universitários, parapsicólogos, a policia, sacerdotes e outros analisaram minuciosamente a imagem no chão da cozinha de Maria Gomes Pereira, mas nada concluíram que explicasse a origem dos retratos.



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A Casa dos Roberts

Em 1927, Mike estava no quintal de sua casa, brincava com sua bola de basquete, perto da casa dos Roberts, uma família que tinha morrido com suas cabeças decepadas dos corpos. O povo na época comentavam que o senhor Robert tinha matado sua esposa e seus filhos por que a mesma o tinha traído, e queria acabar com todas a lembranças que o fazia lembrar de sua família. Todos comentam que o senhor Robert nunca mais apareceu depois do ocorrido. Alguns falam que se matou enforcado, e o corpo desapareceu. Todas as noites, as famílias que moram perto da casa dos Robert, escutavam barulhos de pessoas pedindo por misericórdia; outros falam que eram seus filhos pedindo para o pai não levar suas vidas, mas Mike não acredita nessa história. Para ele era tudo besteira. Até que um dia ele chamou seu amigo Marcos para entrarem na casa dos Roberts. Marcos aceitou por que também não acreditava em contos de terror. Mike marcou a visita na casa dos Roberts no dia seguinte, à meia noite, junto com Marcos seu amigo, em noite de Hallowen. No dia seguinte, Marcos e Mike estavam muitos curiosos para verem como seria a casa dos Roberts por dentro. A caminho da casa dos Roberts, Mike teve um mau pressentimento, como se alguma coisa o avisasse para o mal que viera acontecer. Ele ficou meio assustado, mais preferiu seguir em frente com Marcos. Os dois estavam caminhando pela rua deserta em rumo a casa dos Roberts, quando os dois chegaram na entrada da casa. Mike escutou uma voz de uma mulher uma voz agradável para eles não entrarem na casa dos Roberts, por que ele teria um final triste com seu amigo. Ele sentiu um arrepio no fundo da alma, até pensou em desistir naquele momento, maas ao mesmo tempo seria um covarde. Ao abrir o portão, Mike viu um vulto de um homem alto, mais ou menos um metro e noventa. Ele ficou curioso para saber quem era. Caminhando até a entrada da casa, eles avistaram a porta aberta. Marcos achou muito estranho. Eles pensaram que alguém queriam assustar os dois. Ao entrarem na casa, Mike pressentiu a morte do seu lado, com os olhos lacrimejando, com as suas perna paralisadas, ele sentia que algo de ruim viera acontecer com os dois naquele momento. Ele começou a se lembrar das mensagens que foram enviadas que algo de ruim ia acontecer. Marcos vai até a cozinha para verificar se tinha água, por que sua boca estava muito seca, e não agüentava de tanta sede. Mike preferiu esperar na sala. Por já ter passado mais de uma hora e Marcos não retornara, Mike assustado pensou que tinha acontecido algo de estranho para marcos demorar tanto e, ao chegar na cozinha, Mike viu Marcos sentado na mesa. Ao seu redor estava cheio de sangue. Ao se aproximar de Marcos, sua cabeça caiu. Mike ficou desesperado, suas pernas não obedecia e, quando olhou para trás, viu um homem com um machado na mão com o pescoço quebrado; seu rosto estava todo deformado, sua pele podre e sem vida e com uma corda amarrado no pescoço - era o corpo do senhor Robert. Mike desmaiou de tanto medo e, quando acordou, esta na cama de um hospital com seu pai. Ao se lembrar do amigo com a cabeça degolada Mike fica desesperado. Com o passar do tempo, ele se lembra que quando viu o corpo do senhor Robert, viu um espectro de uma mulher. Até hoje ele acha que foi a mulher do senhor Robert que salvou sua vida. Mike, com o passar do tempo, ficou louco e acabou se suicidando com um tiro fatal em sua cabeça.




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A Casa do Teta

É uma casa abandonada que um homem matou sua família inteira e se suicidou logo após. Depois todas as pessoas que moraram lá dizem ver o homem com uma faca na mão nas janelas, espelhos e vidros... Depois de 10 anos da entrada e saída de varias pessoas a casa foi apelidada por "A Casa do Teta" E as crianças que brincam ali por perto vêem sempre barulhos dentro da casa mais amedrontadora do mundo. Essa casa fica próximo da onde o menino da escola do Iracema foi atropelado. Leia também a lenda da Escola do Iracema nesse mesmo site.



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