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4 de julho de 2007

Niflheim

Niflheim ("Mistland") é o reino do gelo e do frio na mitologia nórdica. Está localizada ao norte de Ginungagap e lá reside os anões e gigantes, em companhia dos que não morrem em batalhas (os guerreiros mortos em batalha vão para o Valhala). Niflheim é governada pela rainha do inferno(Helgardh), Hel, filha de Loki com uma gigante, sendo que a mesma foi pessoalmente apontada por Odin para esta posição. Metade do corpo de Hel é normal, enquanto que a outra metade se encontra apodrecida. Nilfheim é dividida em diversos níveis. Um destes níveis foi projetado para os heróis e deuses, onde Hel preside as festividades entre eles. Outro nível é reservado para as pessoas idosas, os doentes e aqueles que foram incapazes de morrer gloriosamente no meio da batalha e entrar no Valhala. O nível mais baixo de Nilfheim se assemelha a versão cristã do inferno, onde os maus são forçados a viver para sempre.
Em alguns trechos da mitologia nórdica é dito que as raízes mais profundas da árvore
Yggdrasil estão enterradas nesta região. É também em Niflheim que reinam os Nibelungos.

Vulgata Latina

A Vulgata é uma tradução para o latim da Bíblia escrita em meados do Século IV por São Jerónimo, a pedido do Papa Dâmaso I, que foi usada pela Igreja Católica e ainda é muito respeitada.
Nos seus primeiros séculos, a Igreja serviu-se sobretudo da língua grega. Foi nesta língua que foi escrito todo o Novo Testamento, incluindo a Carta aos Romanos, de São Paulo, bem como muitos escritos cristãos de séculos seguintes.
No século IV, a situação mudara e é então que o importante biblista São Jerónimo traduz pelo menos o Antigo Testamento para latim e revê a Vetus Latina. A Vulgata foi produzida para ser mais exata e mais fácil de compreender do que suas predecessoras. Foi a primeira, e por séculos a única, versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente do hebraico e não da tradução grega conhecido como Septuaginta. No Novo Testamento, São Jerônimo selecionou e revisou textos. Ele inicialmente não considerou canônicos os sete livros, chamados por católicos e ortodoxos de deuterocanônicos. Porém, trabalhos seus posteriores mostram sua mudança de conceito, pelo menos a respeito dos livros de Judite, Sabedoria de Salomão e o Eclesiástico (ou Sabedoria de Sirac), conforme atestamos em suas últimas cartas a Rufino. Chama-se Vulgata a esta versão latina da Bíblia, que foi usada pela Igreja Católica Romana durante muitos séculos, e ainda hoje é fonte para diversas traduções.
O nome vem da frase versio vulgata, isto é "versão dos vulgares", e foi escrito em um latim cotidiano usado na distinção consciente ao latim elegante de Cícero, do qual Jerônimo era um mestre.
Após o Concílio Vaticano II, por determinação de Paulo VI, foi realizada uma revisão da Vulgata, sobretudo para uso litúrgico. Esta revisão, terminada em 1995, e promulgada por João Paulo II em 25 de abril de 1997, é denominada Nova Vulgata.

Borr

Deus antigo filho de Buro e pai de Odin.

Balder




Balder (Baldr no original, ou também Baldur, como costuma ser chamado) é uma divindade do panteão nórdico. Segundo algumas fontes, este deus seria filho de Odin e Frigga, segundo outras seria apenas um "protegido" destes. Era, em qualquer dos casos, uma divindade da justiça e da sabedoria, e embora não pertencesse ao núcleo de deuses superiores, Aesir, era-lhe permitida a permanência em Asgard.
Balder disseminou a boa vontade e a paz em todos os lugares que visitou, o que fez dele um dos deuses mais amados. Sua popularidade e bondade inata atraíram a ira de
Loki, que tramava o mal. Balder era atormentado por pesadelos, um sinal da morte iminente, e isso perturbava os deuses. Depois de muitos problemas, Odin determinou o destino de Balder e tomou algumas precauções para evitá-lo, enviando Friga com a missão de obter um juramento de todas as coisas, de que não iriam fazer mal a Balder. Porém, Loki se disfarçou de mulher e teve uma conversa com Friga, descobrindo que uma planta, o visco, não prestara o juramento, pois Friga a julgara inofensiva a Balder.









Balder foi morto por uma flecha feita de um ramo de visco, atirado por seu irmão cego Hodr (ou Hod) - que por sua vez fora enganado por Loki -, que fez com que Hod mirasse no coração de Balder. Frigga pede para alguém ir para o submundo para traze-lo de volta. Hermodr vai ao submundo pedir para ela. Hel, por sua vez, concorda, desde que, todos os seres derramassem uma lagrima por Balder, essa tentativa para resgatar Balder de Hel foi frustrada por Loki, que disse que não o faria. As profecias avisam, porém, que ele irá regressar antes do dia do fim-do-mundo: o dia de Ragnarok.
Não obstante, esperava-se que Balder retornasse após uma grande catástrofe mundial (o
Ragnarok) e governasse um mundo novo. A semelhança dessas expectativas pode ter ajudado na difusão inicial do cristianismo entre os nórdicos.
Balder é marido da bela
Nanna, uma deusa benevolente e bela, que se atirou em sua pira funerária para habitar Hel com seu marido. Juntos, o casal, são pais de Forseti, uma divindade da justiça, que alguns dizem presidir as Things (as assembléias dos homens livres).

Alfadur

Alfadur é, na mitologia nórdica, o Deus supremo. Embora muitas vezes chamado de Odin, Alfadur (que significa todo-pai) é representado pelo Deus incriado e infinito. De acordo com a lenda, após o ragnarok, Alfadur seria responsável por recriar o mundo.

Aegir

Aegir é o deus do mar da mitologia nórdica. É um dos Vanir, isto é, um dos deuses do elemento líquido ligado a natureza.
Ele era ao mesmo tempo cultuado e temido pelos
marinheiros, pois estes acreditavam que Aegir aparecia de vez em quando na superfície para tomar a carga, homens e navios com ele para seu salão no fundo do oceano. Por isso eram feitos sacríficios para apaziguá-los, muitas vezes sendo sacrificados prisioneiros antes de se começar a velejar. Aegir também é conhecido pelo entretenimento generoso que ele providenciava aos outros deuses.
Sua esposa era a deusa
Ran com quem ele teve nove filhas (as donzelas das ondas), que vestiam mantos e véus brancos.
Tinha dois servidores fiéis:
Eldir e Fimafeng. Fimafeng foi morto pelo deus Loki durante um banquete realizado pelos deuses no salão submarino de Aegir próximo da ilha de Hler.
Há intérpretes da mitologia nórdica ainda que afirmam que Aegir não é um deus, nem
Aesir e nem Vanir, mas sim um gigante amistoso aos deuses, como sua esposa Ran e suas filhas, as Wave Nikr. Ele está mais associado à regência das viagens marítimas e coisas mundanas, do que à essência do mar, do oceano e do princípio da água, pois estes já são regidos por uma divindade vanir, conhecido como Njord.

Súcubo (Versão Feminina do Demônio Íncubo)

Na lenda medieval ocidental, um súcubo (em latim, succubus) é um demônio com aparência feminina, que invade o sonho dos homens. Fazendo isso, elas podem corromper totalmente a pessoa.Succubus são demônios que se alimentam da força sexual das pessoas.Quando estes demônios invadem o sonho de uma pessoa eles tomam a aparência do desejo sexual deles,os atacados tem a melhor experiência sexual de sua vida nesse sonho e a energia vindo do prazer do atacado é sugada pelo succubus.A palavra Succubus vem do verbo em latim que quer dizer "deitar-se sob"